PROJETO - TERCEIRIZAÇÃO DO DEPTO DE FUTEBOL

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Re: PROJETO - TERCEIRIZAÇÃO DO DEPTO DE FUTEBOL

Mensagem por Chourisso1 » 20 Jul 2019, 17:06

Vascaíno Patriota escreveu:
19 Jul 2019, 21:44
Chourisso1 escreveu:
19 Jul 2019, 20:56
Tanto faz, se esses beneméritos continuarem mandando no Vasco não há projeto que dê certo, o Vasco já teve patrocínio milionário do Nations Bank e o Eurico enfiou metade no cu e os beneméritos apoiavam esse lixo, eles não levantam 1 dedo pra investigar nada que o Eurico fez dentro do clube e olha que foram muitas coisas, recentemente Lasa e Diadora que o Vasco paga pelas camisas. Já teve 2 eleições no mínimo com fraldes comprovadas e esse merdas continuam puxando o saco do filho do Eurico, Euriquinho, outro merda.
Esses FATOS que você está mencionando SÓ REFORÇAM AINDA MAIS a necessidade do Vasco MUDAR em DEFINITIVO os rumos do club, contudo pra se chegar a isso muito provavelmente será na base da força, pois marginais nunca largam o osso, mesmo que quase não haja mais osso pra roerem. Melhor o VASCO se tornar uma S/A do que sumir de vez do futebol o que está muito, muito próximo de acontecer, SE UMA MUDANÇA PROFUNDA não for executada.
Pois é, o Vasco tem um potencial enorme inexplorado por causa dos amadores que hoje comandam o Vasco.

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PROJETO - TERCEIRIZAÇÃO DO DEPTO DE FUTEBOL

Mensagem por Eternamente VASCO » 21 Jul 2019, 20:25

Especialista culpa gestão esportiva por problemas financeiros de clubes brasileiros

Dos 27 clubes que constituíram a Análise Econômico-financeira dos Clubes Brasileiros, divulgada pelo Itaú BBA, nesta terça-feira, apenas Palmeiras e Flamengo possuem balanços realmente positivos. Ademais, todos os outros apresentam inconsistências e irregularidades em suas contas. Para o consultor responsável pelo estudo, César Grafietti, porém, a raiz de tantos problemas estaria nas estruturas esportivas, ou na falta delas, para a montagem dos projetos das equipes.

O que acaba acontecendo é que, políticos, os dirigentes estão sempre prontos para atender as demandas do torcedor. Aí você contrata cinco, seis, dez atletas, que não são os atletas que precisam ser contratados, que não tem o perfil do treinador. Daqui seis meses, você manda o técnico embora e fica com um elenco inchado. Este erro na gestão do esporte é o maior e o que mais levou os clubes às situações que estão hoje. O futebol brasileiro é muito arcaico na sua forma de investir", afirmou.


Se clubes considerados bem estruturados, para os padrões nacionais, cansam de enfrentar este tipo de problema, clubes com receitas menores, então, nem se fala. Ano após ano, os casos são inúmeros, e a perspectiva de melhora, com o aumento de custos e de endividamento, continua pequena, tal como evidencia o estudo divulgado pelo Itaú BBA. Para César Grafietti, de nada adianta uma boa gestão administrativa, se a gestão esportiva continuar com as mesmas deficiências.

Na Europa, você tem um diretor técnico, que é responsável por contratar um treinador, que, junto com a equipe de análise de desempenho, vai montar o elenco, vai vender e vai contratar, dentro de um orçamento definido. No Brasil, você ainda tem um diretor de futebol, que normalmente é um cara sem especialização, que acha que conhece de futebol por ter visto mais treinos do que os outros. Falta tecnologia, uma estrutura profissional, falta controle financeiro", completou.


https://www.terra.com.br/esportes/futeb ... gowsv.html


Estudo evidencia discrepância financeira de Palmeiras e Flamengo no Brasil

Em termos financeiros, o futebol brasileiro tem dono. Ou melhor: donos. A exemplo dos últimos anos, Palmeiras e Flamengo continuam crescendo economicamente e, em 2018, chegaram a concentrar quase um quarto das receitas totais (soma da arrecadação proveniente de direitos de TV, vendas de jogadores, bilheteria e plano sócio-torcedor) do futebol nacional, se considerados os 27 principais clubes do país.

De acordo com a Análise Econômico-financeira do Itaú BBA, divulgada nesta terça-feira, Verdão e Mengão concentraram, juntos, aproximadamente R$ 1,190 bilhão ao longo do ano passado (23% do total arrecadado pelos clubes envolvidos na pesquisa), com os paulistas obtendo a maior receita do ano, equivalente a R$ 654 milhões, contra R$ 536 milhões dos cariocas.

Fechando o Top 5, mas com valores bem abaixo dos dois líderes, estão São Paulo, Corinthians e Cruzeiro, que acumularam, respectivamente, R$ 399, R$ 389 e R$ 322 milhões.

Se analisada a geração de caixa (diferença entre receita e custos, destinada a pagamento de dívidas e novos investimentos) de Palmeiras e Flamengo, o cenário é o mesmo. São os dois que mais arrecadam, logo, são os dois que mais gastam. Ainda assim, ambos possuem um balanço positivo. Por outro lado, se desconsiderados do cenário nacional, a conta passa a ser negativa, já que representam 35% da geração de caixa dos 27 clubes estudados.

E, de acordo com o especialista César Grafietti, responsável pela análise do Itaú BBA, a discrepância de Verdão e Mengão para o resto dos clubes brasileiros tende a aumentar ainda mais.

A tendência é esse descolamento aumentar. Lembrando que a (receita de) TV hoje tem produtividade, desempenho. A tendência é eles se destacarem dentro de campo, vão ter mais conquistas e mais jogos transmitidos, recebendo mais dinheiro. Essa distância tende a aumentar. A receita aumenta e os gastos também, o que diminui a geração de caixa. Mas como eles não tem grande pressão de dívidas para pagar, não há problema em trabalhar com esse nível de geração de caixa um pouco menor, diferentemente de outros clubes", disse.


https://www.terra.com.br/esportes/futeb ... br7tm.html


O que é a Análise Econômico-financeira do Itaú BBA:

A Análise Econômico-financeira dos Clubes Brasileiros é um balanço anual realizado pelo Itaú BBA, que engloba, há uma década, informações públicas das contas dos maiores clubes do país (no balanço de 2018, a exceção foi o CSA). O estudo é baseado nas receitas e nos gastos totais das instituições ao longo de um ano, as quais permitem ao torcedor entender melhor a estrutura financeira de seu respectivo time, dos rivais e dos demais, em meio ao cenário nacional.

Análise Econômico Financeira dos Clubes de Futebol Brasileiros | 2018

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https://www.itau.com.br/_arquivosestati ... au_BBA.pdf
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PROJETO - TERCEIRIZAÇÃO DO DEPTO DE FUTEBOL

Mensagem por Eternamente VASCO » 22 Jul 2019, 17:25

Futebol nacional caminha para a profissionalização

O futebol é responsável por 1% a 1,5% do PIB nacional e movimenta mais de metade do PIB esportivo do país. É evidente, a todos amantes do esporte, que o Brasil ainda possui enraizada uma cultura mono esportiva. Apesar disso, os clubes nacionais carecem de uma administração profissional para o seu melhor desenvolvimento. À luz desse problema, o estudo de Renan Barabanov de Assis pela Faculdade de Economia e Administração busca desenvolver um sistema de governança corporativa para os clubes de grande porte do Brasil, tendo como base a Sociedade Esportiva Palmeiras.

A pesquisa inicia na busca de um modelo de governança corporativa que fosse capaz de formar a administração dos clubes de futebol. A partir de conversas com os profissionais da área, Renan Barabanov moldou um sistema que encaixa as particularidades dos clubes nacionais. O seu estudo também envolveu uma análise de clubes internacionais que possuem similaridade aos clubes brasileiros, como Portugal e Espanha.

“A primeira parte do trabalho foi justamente identificar o que o clube brasileiro de futebol tem de particularidade e, assim, formar uma estrutura de governança corporativa que pudesse ser aplicada a clubes de futebol no Brasil. Verifiquei com os profissionais que atuam em uma empresa de grande porte, em um clube de futebol de grande porte, que é o caso do Palmeiras, se essa estrutura se aplicaria. A partir disso, os profissionais deram suas opiniões”, afirmou.

Os atores relacionados à gestão de esporte aceitaram a utilização de mecanismos de governança corporativa nos clubes de futebol, alguns deles ainda ressaltaram a urgência. “Coloco muito como uma diferenciação. O clube que fizer, que assumir esse modelo, vai assumir isso como uma diferenciação. Ele sai na frente”, concluiu Renan Barabanov.

O modelo de governança foi dividido em quatro pilares essenciais: Participação e Democracia; Gestão, Funcionamento e Sustentabilidade; Transparência, Comunicação e Prestação de Contas; e Solidariedade e Responsabilidade Social. De acordo com Renan, é quase impossível a aplicação de apenas um pilar, sendo todos eles importantes para a implementação da governança corporativa.

Apesar disso, os entrevistados ressaltaram a Sustentabilidade Econômica como a parte mais essencial para um clube de grande porte no Brasil. “Todos eles bateram forte na tecla da sustentabilidade financeira, que é a grande vantagem que o Palmeiras teve e diferenciou o clube nos últimos anos”, evidencia Renan, “É o que eles falam: ‘O segredo da equipe de futebol nos últimos anos é equacionar a área administrativa e financeira’”.

A escolha pelo Palmeiras foi além da paixão. Mudanças de gestão têm marcado o clube e resultados econômicos positivos são a marca recente da equipe, que esbanja sua saúde financeira com novas contratações, caso dos jogadores como Borja e Lucas Lima. “O sistema foi pensado para um grande clube, como o Palmeiras, de impacto nacional e internacional. É possível adaptar para qualquer outro clube, mas é necessário adaptar”.

https://paineira.usp.br/aun/index.php/2017/12/


Governança corporativa no futebol profissional: estudo de caso em um clube brasileiro
http://www.teses.usp.br/teses/disponive ... /pt-br.php
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Re: PROJETO - TERCEIRIZAÇÃO DO DEPTO DE FUTEBOL

Mensagem por Vascaíno Patriota » 25 Jul 2019, 10:58

Eternamente VASCO escreveu:
22 Jul 2019, 17:25
Futebol nacional caminha para a profissionalização

O futebol é responsável por 1% a 1,5% do PIB nacional e movimenta mais de metade do PIB esportivo do país. É evidente, a todos amantes do esporte, que o Brasil ainda possui enraizada uma cultura mono esportiva. Apesar disso, os clubes nacionais carecem de uma administração profissional para o seu melhor desenvolvimento. À luz desse problema, o estudo de Renan Barabanov de Assis pela Faculdade de Economia e Administração busca desenvolver um sistema de governança corporativa para os clubes de grande porte do Brasil, tendo como base a Sociedade Esportiva Palmeiras.

A pesquisa inicia na busca de um modelo de governança corporativa que fosse capaz de formar a administração dos clubes de futebol. A partir de conversas com os profissionais da área, Renan Barabanov moldou um sistema que encaixa as particularidades dos clubes nacionais. O seu estudo também envolveu uma análise de clubes internacionais que possuem similaridade aos clubes brasileiros, como Portugal e Espanha.

“A primeira parte do trabalho foi justamente identificar o que o clube brasileiro de futebol tem de particularidade e, assim, formar uma estrutura de governança corporativa que pudesse ser aplicada a clubes de futebol no Brasil. Verifiquei com os profissionais que atuam em uma empresa de grande porte, em um clube de futebol de grande porte, que é o caso do Palmeiras, se essa estrutura se aplicaria. A partir disso, os profissionais deram suas opiniões”, afirmou.

Os atores relacionados à gestão de esporte aceitaram a utilização de mecanismos de governança corporativa nos clubes de futebol, alguns deles ainda ressaltaram a urgência. “Coloco muito como uma diferenciação. O clube que fizer, que assumir esse modelo, vai assumir isso como uma diferenciação. Ele sai na frente”, concluiu Renan Barabanov.

O modelo de governança foi dividido em quatro pilares essenciais: Participação e Democracia; Gestão, Funcionamento e Sustentabilidade; Transparência, Comunicação e Prestação de Contas; e Solidariedade e Responsabilidade Social. De acordo com Renan, é quase impossível a aplicação de apenas um pilar, sendo todos eles importantes para a implementação da governança corporativa.

Apesar disso, os entrevistados ressaltaram a Sustentabilidade Econômica como a parte mais essencial para um clube de grande porte no Brasil. “Todos eles bateram forte na tecla da sustentabilidade financeira, que é a grande vantagem que o Palmeiras teve e diferenciou o clube nos últimos anos”, evidencia Renan, “É o que eles falam: ‘O segredo da equipe de futebol nos últimos anos é equacionar a área administrativa e financeira’”.

A escolha pelo Palmeiras foi além da paixão. Mudanças de gestão têm marcado o clube e resultados econômicos positivos são a marca recente da equipe, que esbanja sua saúde financeira com novas contratações, caso dos jogadores como Borja e Lucas Lima. “O sistema foi pensado para um grande clube, como o Palmeiras, de impacto nacional e internacional. É possível adaptar para qualquer outro clube, mas é necessário adaptar”.

https://paineira.usp.br/aun/index.php/2017/12/


Governança corporativa no futebol profissional: estudo de caso em um clube brasileiro
http://www.teses.usp.br/teses/disponive ... /pt-br.php
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Se isso que eles pretendem der certo, em uns 2 anos o botafogo estará no patamar dos porcos e dos molambos. Enquanto aqui, cada dia aparece um Eumiquinho diferente, Sianos, Fred Lopes, etc, que só abrem a latrina pra falarem asneiras, PQP.
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Re: PROJETO - TERCEIRIZAÇÃO DO DEPTO DE FUTEBOL

Mensagem por Us The Change » 26 Jul 2019, 16:27

https://oglobo.globo.com/esportes/botaf ... a-23834657

Botafogo avançando. Espero que consigam os investimentos até o fim do ano e que o projeto vá à frente. Confesso que não sei se seria o melhor projeto pro Vasco, mas pode se tornar mais uma boa opção caso as coisas não evoluam nos próximos dois anos.
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Um clube lutou contra o racismo e escreveu a Resposta Histórica, os outros a receberam.

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Re: PROJETO - TERCEIRIZAÇÃO DO DEPTO DE FUTEBOL

Mensagem por Vascaíno Patriota » 26 Jul 2019, 17:11

Us The Change escreveu:
26 Jul 2019, 16:27
https://oglobo.globo.com/esportes/botaf ... a-23834657

Botafogo avançando. Espero que consigam os investimentos até o fim do ano e que o projeto vá à frente. Confesso que não sei se seria o melhor projeto pro Vasco, mas pode se tornar mais uma boa opção caso as coisas não evoluam nos próximos dois anos.
OS botafoguenses estão comemorando em tudo que é rede social como se fossem campeões do universo e penso que eles têm razão. ABANDONAR esse modelo carcomido de clube social (que só faz o clube se apequenar e ser tomado por marginais amadores) e se tornar uma empresa separando o futebol das demais atividades é o caminho a seguir e está se proliferando em todo o mundo. Em tudo dando certo pra eles em pouco tempo estarão num patamar do Palmeiras por exemplo e quem TEIMAR em ficar no amadorismo e sendo gerido por vermes amadores, sumirá do cenário desportivo.
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Re: PROJETO - TERCEIRIZAÇÃO DO DEPTO DE FUTEBOL

Mensagem por Paz /+/ » 26 Jul 2019, 17:38

Us The Change escreveu:
26 Jul 2019, 16:27
https://oglobo.globo.com/esportes/botaf ... a-23834657

Botafogo avançando. Espero que consigam os investimentos até o fim do ano e que o projeto vá à frente. Confesso que não sei se seria o melhor projeto pro Vasco, mas pode se tornar mais uma boa opção caso as coisas não evoluam nos próximos dois anos.
Eu acho que pro Vasco há meios melhores, parecido com o processo do Fla. Ano passado, por causa da nossa torcida conseguimos ter superavit. Se desenvolvermos melhor outras formas de captação, vamos nos reerguer. Mas para o Bota, que o presidente já havia dito que estava numa situação financeira caótica, era isso ou falir em uns 2 anos. Fizeram muito bem!
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Re: PROJETO - TERCEIRIZAÇÃO DO DEPTO DE FUTEBOL

Mensagem por PauloCRVG » 26 Jul 2019, 19:11

Apresentar isso pros benevelhos e pro conselho eles vão falar que são aventureiros,muv e o caralho a quatro.

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Re: PROJETO - TERCEIRIZAÇÃO DO DEPTO DE FUTEBOL

Mensagem por Vascaíno Patriota » 26 Jul 2019, 19:18

PauloCRVG escreveu:
26 Jul 2019, 19:11
Apresentar isso pros benevelhos e pro conselho eles vão falar que são aventureiros,muv e o caralho a quatro.
Benemerdas têm em todo lugar tanto é que o projeto de tornar o Botafogo uma empresa, ainda será apresentado aos benevelhos deles e muitos estão com receio de não aprovarem, apesar do presidente ter dito hoje que já aceitou a ajuda dos M Salles pois disse que ou faz isso ou fecha as portas.

Tudo pode ser mudado, tudo,basta se ter atitude e a torcida do Vasco neste aspecto é uma nulidade total.
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PROJETO - TERCEIRIZAÇÃO DO DEPTO DE FUTEBOL

Mensagem por Eternamente VASCO » 26 Jul 2019, 22:17

Coordenador da FIA analisa gestão profissional nos clubes brasileiros
Para Michel Mattar, coordenador da pós-graduação em Excelência em Gestão do Futebol da FIA , a 'gestão profissional no futebol está, finalmente, chegando'

LANCE! 12/04/2017

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Michel Mattar, coordenador da pós-graduação em Excelência em Gestão do Futebol da FIA (Fundação Instituto de Administração) que vai capacitar dirigentes de acordo com prêmio de gestão do Movimento por um Futebol Melhor, analisou o momento dos clubes brasileiros. Para ele, a "gestão profissional no futebol está, finalmente, chegando".

Michel Mattar é mestre em administração pela USP, coordenador do curso de Excelência em Gestão do Futebol da FIA Business School, autor dos livros "Gestão de Negócios Esportivos” e “Na trave: o que falta para o futebol brasileiro ter uma gestão profissional”. Confira abaixo a opinião dele sobre a gestão profissional no futebol brasileiro.
Quem conhece e acompanha mais de perto as questões relacionadas à gestão dos clubes de futebol no Brasil sabe que há muito tempo o comando destas instituições é alvo de questionamentos quanto à sua eficácia, transparência e responsabilidade financeira e administrativa: a ausência da gestão 'profissional'.


É um equívoco acreditar que este problema tenha origem simplesmente em uma suposta má fé inata por parte dos dirigentes, atuando sempre de maneira irresponsável e dolosa. É verdade que não se pode dizer, também, que não existam tais perfis. Mas não são a maioria. O principal problema tem origem sistêmica e reside em dois aspectos essenciais: a natureza jurídica destas instituições, e a relação permissiva que elas mantiveram ao longo do tempo com os principais clientes do futebol.

Clubes são instituições privadas, associativas, altamente politizadas, nas quais as posições de poder, ocupadas na grande maioria das vezes de forma voluntária, são decididas por meio de eleições internas que não levam em conta, necessariamente, o critério da meritocracia. Isto produz um profundo viés político no dia a dia da administração, afetando decisivamente a qualidade da tomada de decisão gerencial e de negócios. Neles, as posições de comando são usualmente ocupadas por dirigentes estatutários que não são necessariamente gestores, mas estão gestores.

Por outro lado, historicamente, os principais clientes e públicos de interesse do futebol – patrocinadores, grupos de mídia, investidores, o poder público, atletas, torcedores, imprensa e fornecedores – jamais exigiram relações de alto nível com os clubes, submetendo-se, enquanto parceiros/consumidores, a serviços e relacionamentos de qualidade questionável, algo que, em outros setores, colocaria em risco a continuidade da relação comercial.

Em outras palavras, a métrica de avaliação e consequente satisfação com o desempenho dos dirigentes de cada clube sempre obedeceu a uma lógica absolutamente contrária à praticada em setores tradicionais: resultados esportivos de curtíssimo prazo obtidos a qualquer custo sendo mais valorizados do que medidas que busquem o sustentabilidade econômico-financeira no médio e longo prazos, ainda que colocando em risco a própria existência da instituição.

Esta passividade por parte destes agentes produziu, ao longo do tempo, um ambiente de pouco ou nenhum estímulo para que dirigentes buscassem adotar práticas mais eficazes, responsáveis e assertivas de gestão, resultando em um círculo vicioso de acomodação. Como consequência, gestores e executivos profissionais sempre tiveram pouco ou nenhum espaço de trabalho nos clubes.

Pois agora, isto deve mudar. Nos últimos anos importantes iniciativas surgiram, cuja implementação tem elevado potencial para impactar o setor. Os já mencionados clientes do futebol, que detém o poder econômico na relação, amadureceram, percebendo que somente com uma atuação protagonista, exigindo uma relação de alto nível da outra parte, poderiam estimular e promover ativamente as mudanças que o futebol brasileiro precisa.

Fatos como a criação da “Lei de Responsabilidade Fiscal do Esporte” aliada ao surgimento de movimentos por iniciativa de patrocinadores do futebol como o “Gestão de Campeão - Prêmio de Excelência do Futebol Brasileiro”, lançado pelo Movimento por um Futebol Melhor com a expertise da Ambev, estimulam a adoção de boas práticas de governança e gestão nos clubes.

No início deste ano, a Confederação Brasileira de Futebol divulgou seu “Regulamento de Licença de Clubes”, documento que, seguindo o movimento mundial de “fair play financeiro” iniciado pela FIFA, regula e estabelece os critérios e condições para que um clube seja considerado apto para disputar competições por ela organizadas. Este fato não recebeu grande destaque mas, aliado às inciativas já mencionadas anteriormente, este novo regramento tem enorme relevância: dentre os diversos critérios de concessão de licença a um clube está a exigência da presença de gestores profissionais, devidamente contratados e remunerados, nas diversas funções da administração dos clubes.

Claro que a natureza jurídica dos clubes não muda, e a figura dos dirigentes estatutários continuará presente; porém agora, sempre devidamente assessorada por executivos de mercado, com qualificação em suas áreas de atuação.

O Regulamento da CBF passa a valer a partir de 2018. A consequência é evidente: é bastante possível que, em um futuro próximo, o mercado aos gestores profissionais de futebol esteja finalmente aberto e estruturado, impactando decisivamente o nível de qualidade da gestão praticada nos clubes."

https://www.lance.com.br/futebol-melhor ... eiros.html


Lei de Responsabilidade Fiscal do Esporte - LRFE
http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_a ... l13155.htm

Ambev anuncia o ranking do Gestão de Campeão
https://exame.abril.com.br/blog/esporte ... e-campeao/

CBF divulga Regulamento de Licença de Clubes
https://www.cbf.com.br/a-cbf/informes/i ... -de-clubes

Gestão de Negócios Esportivos
https://www.saraiva.com.br/gestao-de-ne ... 21539.html

Na trave: o que falta para o futebol brasileiro ter uma gestão profissional
https://www.saraiva.com.br/na-trave-o-q ... 19624.html

EXCELÊNCIA NA GESTÃO ESTRATÉGICA DE CLUBES DE FUTEBOL
https://fia.com.br/extensao/excelencia- ... s-futebol/
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Re: PROJETO - TERCEIRIZAÇÃO DO DEPTO DE FUTEBOL

Mensagem por Vascaíno Patriota » 27 Jul 2019, 15:05

O Botinha vai se profissionalizar e os SALLES pensaram até nos detalhes de que até o acesso ao site oficial deles, terá de ser com a foto e o número de associação da pessoa ENQUANTO aqui a pessoa se associa e não recebe NADA, é tratado que nem lixo, muitos não recebem a carteirinha e quando se junta benemerdas pra cuidar de associação é pra fraudar as inscrições colocando laranjas pra votarem em seus fantoches candidatos. ISSO TEM QUE MUDAR o quanto antes.
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Re: PROJETO - TERCEIRIZAÇÃO DO DEPTO DE FUTEBOL

Mensagem por PauloCRVG » 27 Jul 2019, 19:11

Vascaíno Patriota escreveu:
26 Jul 2019, 19:18
PauloCRVG escreveu:
26 Jul 2019, 19:11
Apresentar isso pros benevelhos e pro conselho eles vão falar que são aventureiros,muv e o caralho a quatro.
Benemerdas têm em todo lugar tanto é que o projeto de tornar o Botafogo uma empresa, ainda será apresentado aos benevelhos deles e muitos estão com receio de não aprovarem, apesar do presidente ter dito hoje que já aceitou a ajuda dos M Salles pois disse que ou faz isso ou fecha as portas.

Tudo pode ser mudado, tudo,basta se ter atitude e a torcida do Vasco neste aspecto é uma nulidade total.
Aqui é diferente irmão a gente não tem voz no clube, as coisas só vão caminhar do jeito certo quando uns 10 mil torcedores cercarem SJ.

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Re: PROJETO - TERCEIRIZAÇÃO DO DEPTO DE FUTEBOL

Mensagem por Vascaíno Patriota » 28 Jul 2019, 02:33

PauloCRVG escreveu:
27 Jul 2019, 19:11
Vascaíno Patriota escreveu:
26 Jul 2019, 19:18
PauloCRVG escreveu:
26 Jul 2019, 19:11
Apresentar isso pros benevelhos e pro conselho eles vão falar que são aventureiros,muv e o caralho a quatro.
Benemerdas têm em todo lugar tanto é que o projeto de tornar o Botafogo uma empresa, ainda será apresentado aos benevelhos deles e muitos estão com receio de não aprovarem, apesar do presidente ter dito hoje que já aceitou a ajuda dos M Salles pois disse que ou faz isso ou fecha as portas.

Tudo pode ser mudado, tudo,basta se ter atitude e a torcida do Vasco neste aspecto é uma nulidade total.
Aqui é diferente irmão a gente não tem voz no clube, as coisas só vão caminhar do jeito certo quando uns 10 mil torcedores cercarem SJ.
... SIM, milhares de torcedores exigindo mudanças drásticas nesse club que infelizmente foi transformado num feudo repleto de canalhas, fracassados e bravateiros e infelizmente vazio de profissionais que amem a instituição. A mudança tem que acontecer a qualquer custo e esforço de modo a fazer uma mudança jamais vista no Vasco, tirando o club da idade média e transportando-o ao século XXI.
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Re: PROJETO - TERCEIRIZAÇÃO DO DEPTO DE FUTEBOL

Mensagem por GilsonVGPR » 29 Jul 2019, 10:27

Vocês não acham uma utopia esse "pojeto"?

Vamos analisar.

"COMO?
Investidores se responsabilizam por todo o depto de futebol do clube, inclusive a base. Ficando com 80% de todo o lucro gerado (transferências, patrocínios, naming rights do estádio, cotas de TV, ações de marketing, premiações, licenciamentos, etc, despesas operacionais do Estádio, CT, e funcionários do futebol ficam a cargo dos investidores. Ao clube serão destinados 20% para custeio das despesas operacionais, esportes amadores, outras sedes, etc, todas as receitas do plano de sócios ficam com o clube.

OBRIGAÇÕES
- Ficam os investidores encarregados de montar equipes competitivas, de acordo com as tradições do clube (1898-2001).
- Obrigatoriedade em manter o clube na série A, caso não aconteça, serão geradas multas e até rescisão do contrato.

O "investidor" vai investir em algo variável? Que não tem uma lógica? Que não tem garantia de retorno (lucro)?

Digamos que seja montada uma equipe "competitiva", porém, as coisas não dão certo e os resultados positivos não apareçam, e aconteceu a queda. Isso estará previsto no contrato?

Sei não, hein! Seria melhor se fosse feito um contrato de licenciamento, com um conselho gestor com a participação de ambas as partes, etc.
𝒞. 𝑅. 𝒱𝒜𝒮𝒞𝒪 𝒟𝒜 𝒢𝒜𝑀𝒜 -> 𝒞𝒪𝒩𝒬𝒰𝐼𝒮𝒯𝒪𝒰: 𝒮𝒰𝐿-𝒜𝑀𝐸𝑅𝐼𝒞𝒜𝒩𝒪 𝒟𝐸 𝒞𝐿𝒰𝐵𝐸𝒮 𝒞𝒜𝑀𝒫𝐸𝒪̃𝐸𝒮 𝒟𝐸 𝟣𝟫𝟦𝟪 (𝒫𝑅𝐸𝒞𝒰𝑅𝒮𝒪𝑅 𝒟𝒜 𝒯𝒜Ç𝒜 𝐿𝐼𝐵𝐸𝑅𝒯𝒜𝒟𝒪𝑅𝐸𝒮 𝒟𝒜 𝒜𝑀𝐸́𝑅𝐼𝒞𝒜 𝐸 𝒟𝒜 𝒰𝐸𝐹𝒜 𝒞𝐻𝒜𝑀𝒫𝐼𝒪𝒩𝒮 𝐿𝐸𝒜𝒢𝒰𝐸). | 𝒯𝒪𝑅𝒩𝐸𝐼𝒪 𝐼𝒩𝒯𝐸𝑅𝒩𝒜𝒞𝐼𝒪𝒩𝒜𝐿 𝒟𝐸 𝒫𝒜𝑅𝐼𝒮 𝒟𝐸 𝟣𝟫𝟧𝟩 (𝒫𝑅𝐸𝒞𝒰𝑅𝒮𝒪𝑅 𝒟𝒜 𝒞𝒪𝒫𝒜 𝐼𝒩𝒯𝐸𝑅𝒞𝒪𝒩𝒯𝐼𝒩𝐸𝒩𝒯𝒜𝐿 / 𝒯𝒪𝑅𝒩𝐸𝐼𝒪 𝑀𝒰𝒩𝒟𝐼𝒜𝐿 𝒟𝐸 𝒞𝐿𝒰𝐵𝐸𝒮). 𝒞𝒪𝒩𝐹𝐼𝑅𝒜 𝒜𝒬𝒰𝐼.

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Re: PROJETO - TERCEIRIZAÇÃO DO DEPTO DE FUTEBOL

Mensagem por Mega Vasco » 29 Jul 2019, 11:03

GilsonVGPR escreveu:
29 Jul 2019, 10:27
Vocês não acham uma utopia esse "pojeto"?

Vamos analisar.

"COMO?
Investidores se responsabilizam por todo o depto de futebol do clube, inclusive a base. Ficando com 80% de todo o lucro gerado (transferências, patrocínios, naming rights do estádio, cotas de TV, ações de marketing, premiações, licenciamentos, etc, despesas operacionais do Estádio, CT, e funcionários do futebol ficam a cargo dos investidores. Ao clube serão destinados 20% para custeio das despesas operacionais, esportes amadores, outras sedes, etc, todas as receitas do plano de sócios ficam com o clube.

OBRIGAÇÕES
- Ficam os investidores encarregados de montar equipes competitivas, de acordo com as tradições do clube (1898-2001).
- Obrigatoriedade em manter o clube na série A, caso não aconteça, serão geradas multas e até rescisão do contrato.

O "investidor" vai investir em algo variável? Que não tem uma lógica? Que não tem garantia de retorno (lucro)?

Digamos que seja montada uma equipe "competitiva", porém, as coisas não dão certo e os resultados positivos não apareçam, e aconteceu a queda. Isso estará previsto no contrato?

Sei não, hein! Seria melhor se fosse feito um contrato de licenciamento, com um conselho gestor com a participação de ambas as partes, etc.

:naoo: :naoo: :naoo:

Eu discordo de você. Pelo contrário, para mim, uma equipe competitiva, com os salários em dia, com uma infraestrutura própria e moderna, pode até não ser campeã, mas ser rebaixada JAMAIS!!!
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Re: PROJETO - TERCEIRIZAÇÃO DO DEPTO DE FUTEBOL

Mensagem por GilsonVGPR » 29 Jul 2019, 16:06

Mega Vasco escreveu:
29 Jul 2019, 11:03
GilsonVGPR escreveu:
29 Jul 2019, 10:27
Vocês não acham uma utopia esse "pojeto"?

Vamos analisar.

"COMO?
Investidores se responsabilizam por todo o depto de futebol do clube, inclusive a base. Ficando com 80% de todo o lucro gerado (transferências, patrocínios, naming rights do estádio, cotas de TV, ações de marketing, premiações, licenciamentos, etc, despesas operacionais do Estádio, CT, e funcionários do futebol ficam a cargo dos investidores. Ao clube serão destinados 20% para custeio das despesas operacionais, esportes amadores, outras sedes, etc, todas as receitas do plano de sócios ficam com o clube.

OBRIGAÇÕES
- Ficam os investidores encarregados de montar equipes competitivas, de acordo com as tradições do clube (1898-2001).
- Obrigatoriedade em manter o clube na série A, caso não aconteça, serão geradas multas e até rescisão do contrato.

O "investidor" vai investir em algo variável? Que não tem uma lógica? Que não tem garantia de retorno (lucro)?

Digamos que seja montada uma equipe "competitiva", porém, as coisas não dão certo e os resultados positivos não apareçam, e aconteceu a queda. Isso estará previsto no contrato?

Sei não, hein! Seria melhor se fosse feito um contrato de licenciamento, com um conselho gestor com a participação de ambas as partes, etc.

:naoo: :naoo: :naoo:

Eu discordo de você. Pelo contrário, para mim, uma equipe competitiva, com os salários em dia, com uma infraestrutura própria e moderna, pode até não ser campeã, mas ser rebaixada JAMAIS!!!
Futebol é jogado no campo.

O resultado final depende do desempenho em cada jogo, e em todos os jogos. Pode tudo desandar, o time entrar naquela fase que nada dá certo, enfim, são riscos que tem que ser previstos.

E a minha pergunta ficou sem resposta. E se acontecer, haverá previsão contratual?

Não creio que seja necessário terceirizar/privatizar, e sim mudar o modelo de gestão, mas, par isso acontecer, o clube precisa se modernizar, atualizar o Estatuto, incluindo essa modernização da gestão do futebol.

Acho esse "pojeto" muito arriscado.
𝒞. 𝑅. 𝒱𝒜𝒮𝒞𝒪 𝒟𝒜 𝒢𝒜𝑀𝒜 -> 𝒞𝒪𝒩𝒬𝒰𝐼𝒮𝒯𝒪𝒰: 𝒮𝒰𝐿-𝒜𝑀𝐸𝑅𝐼𝒞𝒜𝒩𝒪 𝒟𝐸 𝒞𝐿𝒰𝐵𝐸𝒮 𝒞𝒜𝑀𝒫𝐸𝒪̃𝐸𝒮 𝒟𝐸 𝟣𝟫𝟦𝟪 (𝒫𝑅𝐸𝒞𝒰𝑅𝒮𝒪𝑅 𝒟𝒜 𝒯𝒜Ç𝒜 𝐿𝐼𝐵𝐸𝑅𝒯𝒜𝒟𝒪𝑅𝐸𝒮 𝒟𝒜 𝒜𝑀𝐸́𝑅𝐼𝒞𝒜 𝐸 𝒟𝒜 𝒰𝐸𝐹𝒜 𝒞𝐻𝒜𝑀𝒫𝐼𝒪𝒩𝒮 𝐿𝐸𝒜𝒢𝒰𝐸). | 𝒯𝒪𝑅𝒩𝐸𝐼𝒪 𝐼𝒩𝒯𝐸𝑅𝒩𝒜𝒞𝐼𝒪𝒩𝒜𝐿 𝒟𝐸 𝒫𝒜𝑅𝐼𝒮 𝒟𝐸 𝟣𝟫𝟧𝟩 (𝒫𝑅𝐸𝒞𝒰𝑅𝒮𝒪𝑅 𝒟𝒜 𝒞𝒪𝒫𝒜 𝐼𝒩𝒯𝐸𝑅𝒞𝒪𝒩𝒯𝐼𝒩𝐸𝒩𝒯𝒜𝐿 / 𝒯𝒪𝑅𝒩𝐸𝐼𝒪 𝑀𝒰𝒩𝒟𝐼𝒜𝐿 𝒟𝐸 𝒞𝐿𝒰𝐵𝐸𝒮). 𝒞𝒪𝒩𝐹𝐼𝑅𝒜 𝒜𝒬𝒰𝐼.

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PROJETO - TERCEIRIZAÇÃO DO DEPTO DE FUTEBOL

Mensagem por Mega Vasco » 29 Jul 2019, 21:09

Botafogo inicia processo de venda a fundo de investimentos
Proposta montada pela consultoria EY praticamente terceiriza gestão do clube
O que será feito é uma cessão de direitos. É a cessão de direitos dos ativos do Botafogo e da operação do futebol para a SPE (Sociedade de Propósito Específico). O prazo determinado para isso é de 30 anos. Haverá um fundo para captar o dinheiro para pagar todas as dívidas de curto prazo e longo prazo. Em troca, (o fundo) receberá uma remuneração. Com 30 anos, acaba e devolve ao Botafogo. Certamente toda a dívida estará paga", afirmou Alexandre Rangel, sócio da EY, em entrevista ao Blog do Rodrigo Mattos.
O projeto agora precisa ser aprovado pelo Conselho Deliberativo do Botafogo para, então, o fundo de investimentos iniciar um processo de "due dilligence" para avaliar as contas do clube. Caso as dívidas de curto prazo ultrapassem os R$ 300 milhões, o projeto poderá ser abortado.

https://maquinadoesporte.uol.com.br/art ... 37699.html
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PROJETO - TERCEIRIZAÇÃO DO DEPTO DE FUTEBOL

Mensagem por Mega Vasco » 30 Jul 2019, 12:20

Recorde absoluto: Fortaleza projeta ao menos R$ 70 milhões de receita em 2019

Em junho deste ano o Blog trouxe a informação que o Fortaleza foi o clube – entre os 35 maiores do país – que registrou maior crescimento de receitas em 2018 comparando com o ano anterior e considerando a taxa percentual. O levantamento anotou crescimento de 111%, foi apresentado pela Pluri Consultoria, especialista em Consultoria em Gestão, Governança, Finanças e Marketing Esportivo. No estudo, a empresa divulgou relatórios com base nos balanços financeiros divulgados oficialmente.

A maior força do orçamento do Fortaleza é do seu torcedor. O programa de sócios (com quase 30 mil adimplentes), licenciamento de produtos (incluindo o sucesso da marca própria de camisas 1918), pay per view e loterias, por exemplo, vão representar cerca de 60% do valor arrecadado pelo clube em 2019. Direitos de TV – Globo e Turner – também tem grande representatividade.

http://blogs.opovo.com.br/futeboldopovo ... a-em-2019/
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PROJETO - TERCEIRIZAÇÃO DO DEPTO DE FUTEBOL

Mensagem por Mega Vasco » 30 Jul 2019, 15:43

Futebol precisa de novos perfis profissionais

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Os clubes de futebol estão redirecionando sua gestão para um modelo de negócios com a contratação de novos perfis profissionais que garantirão a sobrevivência do negócio sem essa dependência direta dos resultados esportivos.

A indústria do futebol profissional emprega 185.000 pessoas na Espanha, gera uma atividade econômica de cerca de 16 milhões de euros dentro do território e tem um faturamento equivalente a 1,37% do PIB, segundo o último estudo da consultoria PwC para a LaLiga. Também está presente neste relatório que, para cada emprego direto gerado pelos clubes de futebol LaLiga, cerca de quatro empregos são criados na Espanha.

O futebol é o principal motor de entretenimento em todo o mundo. Justamente pelo impacto econômico que gera na sociedade, busca redirecionar sua gestão para um modelo de negócios, com a contratação de novos perfis profissionais que garantam a sobrevivência da organização sem depender exclusivamente dos resultados esportivos.

O Johan Cruyff Institute convidou profissionais de clubes de futebol para participar de um painel de discussão sobre a realidade desta indústria e revelar aos alunos dos programas em negócios de futebol, gestão do esporte e marketing esportivo e patrocínio que o mais procurado perfis profissionais são.

Eu não gostava de futebol; eu não era fã do time. O amor pelas cores vem depois. Mas sou apaixonada pelo negócio, pela empresa e, acima de tudo, pelo meu trabalho”. Estas são as palavras de Miriam Carreño, chefe do departamento de recursos humanos do Real Valladolid, clube que Ronaldo Nazário, atual presidente e acionista majoritário, está girando 180 graus em favor da excelência e profissionalização.
Em geral, a indústria do futebol tradicionalmente tem um modelo de negócios em que os clubes têm pouca estrutura, onde todos nós fazemos tudo, todos trabalhamos em tudo. E é claro que não é o modelo certo”, explica Miriam.


O futebol é uma indústria muito poderosa, que gera uma enorme quantidade de renda, inimaginável na maioria dos setores, “e que a renda precisa ser administrada com uma estrutura adequada. Iniciamos um processo de mudança para a profissionalização no Real Valladolid em 2017 e o departamento de recursos humanos apareceu como o impulsionador dessa mudança”, diz Miriam.
Hoje em dia, os clubes que não querem entrar na cultura da inovação, tecnologia, globalização e internacionalização estão enfrentando uma situação de perda iminente”, acrescenta Germán Robles. Ele é o diretor geral da Fundação Escola de Futebol Mareo Real Sporting de Gijón, um projeto de treinamento e laboratório para inovação e desenvolvimento para o clube, no estilo do Barça Innovation Hub do FC Barcelona.
Os departamentos que mais cresceram nos últimos dois anos em que estivemos na primeira divisão foram os ligados à transformação digital, ao departamento de comunicação, à geração de conteúdo e ao atendimento ao cliente”, explica Ignasi Mas-Bagà, geral gerente e presidente do conselho de administração do Girona FC.


O Real Sporting de Gijón tem 303 funcionários, “dos quais cerca de 60 pessoas compõem a espinha dorsal do clube”, diz Rubén Sánchez, diretor financeiro do Sporting de Gijón. “Somos nós que tomamos conta de que nem tudo depende dos 11 jogadores que entram em campo. Buscamos crescer internamente, buscando outras áreas de negócios, outros nichos, não só relacionados a direitos televisivos, patrocínio de camisetas ou tudo o que envolve o mundo do futebol. Queremos nos tornar uma empresa de futebol com nossas peculiaridades, mas interna e organizacionalmente, muito semelhante a qualquer outra empresa.”

Sánchez, que também é diretor financeiro da Fundação Escola de Futebol Mareo, sabe muito bem que a indústria do futebol deve parar de olhar para o umbigo e começar a procurar recursos em outras atividades que permitam que a bola continue rolando e, se acabar entrando no gol adversário, melhor.

Nós não vivemos de títulos, vivemos do nosso esforço e, sendo clubes com orçamentos mais apertados que foram relegados e promovidos muitas vezes, temos que nos segurar firmemente em nossa posição, tivemos que vivenciar esses processos de transformação de uma forma muito difícil e emocional ”, concorda Miriam Carreño.

Para isso, Mas-Bagà acrescenta um fato muito significativo que sustenta seu argumento: “Na primeira divisão, atualmente existem apenas três clubes que nunca caíram”.

A busca por um modelo de negócios sustentável é uma necessidade para a grande maioria dos clubes, se não para todos. Segundo Germán Robles, análise dos últimos 45 anos da competição, mostra uma relação direta entre orçamentos e títulos, de cerca de 96%.

Contratação de talentos no futebol profissional

A virtude do sacrifício e esforço não é exclusiva dos jogadores. No entanto, é difícil reconhecer o mérito do trabalho daqueles que estão nos bastidores. Mas são esses profissionais anônimos que mantêm o espetáculo para além da partida de 90 minutos. “Não pense em ganhar 10 milhões de euros, quanto mais 70, para isso você tem que ser um jogador”, avisa Miriam Carreño.

Gerimos outro tipo de talento que para mim é muito mais importante, que está por trás da cortina e mantém a empresa à tona e a estrutura sólida e garante que o clube continua grande, quer estejamos na primeira divisão ou na segunda divisão, e que não desaparece.


É curioso que, dos quatro representantes citados aqui, apenas Germán Robles tenha um histórico diretamente ligado à gestão do futebol, desde seu tempo no Atlético de Madrid. Ignasi Mas-Bagà vem do mundo dos eventos e chegou ao Girona FC após seis anos trabalhando na empresa de produção Media Pro e dois anos no programa de internacionalização LaLiga World Challenge, organizando passeios pelo mundo para promover a competição.

Rubén Fernández foi o diretor financeiro da Suzuki nas Ilhas Canárias, e Miriam Carreño mudou-se para o Real Valladolid da indústria alimentícia e da administração pública. Três exemplos que você não precisa ter nascido com uma bola a seus pés para acabar entrando em campo.

A área de desenvolvimento e negócios é a que mais cresce e em que há maior faturamento”, explica Miriam.
Afinal, somos uma empresa de entretenimento e é onde há mais oportunidades no futebol. Os cargos relacionados a marketing e comunicação são os mais procurados atualmente no Real Valladolid: executivos de comunicação e marketing, chefes de ativação e patrocínio, engajamento dos fãs e gestão da comunidade.


Ao procurar novos perfis para incorporar ao clube, os responsáveis ​​pela contratação não estabelecem limites. “No nosso caso, as pessoas responsáveis ​​pelo departamento são as responsáveis ​​pela busca de talentos com as ferramentas que temos à nossa disposição, como o LinkedIn, ou batem diretamente na porta de outros clubes, mas muitas vezes também olham em outros setores”, diz o gerente geral do Girona FC.

Esta é minha quinta temporada no clube. Quando eu comecei, havia 13 de nós na área de negócios e agora somos 50. Contratamos muitas pessoas que não tinham experiência no futebol porque, afinal, somos uma empresa dedicada ao entretenimento e ao showbiz. Somos o clube com o segundo maior envolvimento de fãs de mídia social em toda a liga.


O melhor momento para transferências administrativas

As janelas de transferências de inverno e verão não se aplicam à contratação de novos funcionários administrativos em clubes de futebol. As contratações respondem mais às necessidades específicas de projetos específicos.

Um processo de seleção dura entre 15 dias e um mês, dependendo do tipo de perfil”, afirma o gerente de recursos humanos do Real Valladolid.
Para os cargos de gerência média e sênior, para fazer uma boa seleção, estamos falando de 30 a 60 dias e valorizamos o nível de treinamento, experiência, idiomas e mentalidade para executar determinadas posições, com base nas funções e responsabilidades atribuídas para a vaga. Publicamos as ofertas de emprego no LinkedIn ou Infojobs, dependendo do tipo de perfil, e para a próxima temporada nosso projeto é criar nossa própria plataforma de emprego.


Rubén Sánchez, sugere: “No mundo do futebol não há descanso. No nível da estrutura administrativa, não há um período específico em que contratamos mais ou menos pessoas, mas é verdade que estamos em um momento de transformação. E, no meu caso, eu também tento encontrar profissionais que não vêm do mundo do futebol – não por qualquer razão em particular, simplesmente porque estamos cada vez mais nos tornando mais profissionais e tendo o melhor em cada área, que fornecem uma diferente visão.”

Requisitos para a posição e salário

Ser flexível e capaz de se adaptar a mudanças constantes, ter um foco na excelência e uma boa atitude são requisitos essenciais para trabalhar em um clube de futebol. “Somos um setor com desafios permanentes”, afirma Germán Robles. “Não há duas temporadas iguais, nem dois dias”, acrescenta Mas-Bagà.

A remuneração dependerá em grande parte se a equipe está na primeira ou segunda divisão e, conseqüentemente, do orçamento que tem, mas há uma variável no salário que nem todas as empresas podem oferecer.

O mundo do futebol lhe dá um salário ’emocional’, que não aparece na folha de pagamento, mas está lá”, explica Miriam Carreño.
Eu sei o que um profissional que se junta ao Real Valladolid me oferecerá porque o vi em seu currículo e em suas referências, mas o que o clube oferecerá a eles? Muitas outras coisas que não têm nada a ver com salário – paixão, desejo de trabalhar as horas que são necessárias, para ver que o seu trabalho tem seus frutos e, acima de tudo, um senso de pertencer a uma equipe.

Os abraços também estão nos bastidores, a meia noite, depois de um dia que, para nós, começou muito cedo, ou depois de um terrível mês de trabalho e atividade. O clima de trabalho num clube de futebol não é comparável a qualquer outro que conheci.

http://fcbusiness.co.uk/news/comment-fo ... -profiles/


Johan Cruyff Institute < https://johancruyffinstitute.com/en/about-us/ >
Barça Innovation Hub < https://barcainnovationhub.com/ >
Fundação Escola de Futebol Mareo < https://www.realsporting.com/fundacion- ... g-de-gijon >
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PROJETO - TERCEIRIZAÇÃO DO DEPTO DE FUTEBOL

Mensagem por Mega Vasco » 30 Jul 2019, 20:59

Rodrigo Maia quer abrir futebol brasileiro para investidores nos moldes dos clubes europeus

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Presidente da Câmara pretende apresentar projeto que obriga clubes a se tornarem empresas

O presidente da Câmara, deputado Rodrigo Maia (DEM-RJ), anunciou nesta terça-feira que pretende apresentar um projeto de lei para abrir o futebol brasileiro aos investidores estrangeiros. O parlamentar fluminense disse que quer enviar ao Congresso nos próximos meses o pacote para profissionalizar a estrutura dos clubes.

Ele é favorável ao modelo adotado pelos grandes clubes europeus. O Paris Saint-Germain, o Liverpool e o Manchester City são controlados por grupos estrangeiros. O deputado contou que a intenção é tornar os clubes mais fortes financeiramente para conseguir manter os jogadores no país. Nesta terça, ele discutiu o tema com o presidente da CBF, Rogério Caboclo.

Entendemos que o futebol brasileiro precisa de mais capital, de capital estrangeiro também. Na minha opinião, não vai ter capital privado sem uma estrutura profissional do futebol - afirmou Maia, que defendeu duas vezes a entrada de investidores estrangeiros no futebol brasileiro.

O presidente da Câmara disse que já discutiu com o Ministro da Economia, Paulo Guedes, o assunto. Maia contou que está preocupado com a situação financeira dos times brasileiros. Ele classificou a forma de administração da maioria de “primária, primitiva e atrasada”.

Um clube associativo não vai atrair capital estrangeiro. Fora o Flamengo, o Corinthians e o Palmeiras, os demais clubes caminham para uma situação de inviabilidade. O atual modelo não gera bons clubes de futebol - disse o presidente da Câmara dos Deputados, que é torcedor do Botafogo.

De acordo com Maia, o novo projeto terá que obrigar os clubes a se tornarem empresa. Ele disse que a intenção é oferecer incentivos tributários para os times aderirem ao novo formato. Um dos incentivos seria transição de três até cinco anos sem pagar imposto.

Temos que construir incentivos para que o novo modelo tenha mais vantagens que o modelo associativo. O benefício tem que ser para quem quer modernizar e não para quem vai manter no atraso - disse o presidente da Câmara.

O governo já tentou obrigar os clubes a se tornarem empresas, mas não conseguiu. Nos anos 90, a Lei Zico foi aprovada com a obrigatoriedade. No ano seguinte, com os cartolas se recusando a aderirem ao novo modelo, uma emenda tornou facultativo a transformação do clube em empresa. Em 2015, o governo editou o Profut, lei que auxilia na renegociação das dívidas dos clubes de futebol e federações. Quatro anos depois, clubes das Série A e B já acumulavam quase R$ 100 milhões de dívidas referentes aos débitos tributários e previdenciários.

https://globoesporte.globo.com/futebol/ ... peus.ghtml
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Re: PROJETO - TERCEIRIZAÇÃO DO DEPTO DE FUTEBOL

Mensagem por Vascaíno Patriota » 31 Jul 2019, 11:39

É Melhor Times de Futebol Serem Clubes Sociais ou Empresas? Vídeo pra iniciantes no tema.
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A Nova Realidade do Futebol Brasileiro

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Re: PROJETO - TERCEIRIZAÇÃO DO DEPTO DE FUTEBOL

Mensagem por GilsonVGPR » 31 Jul 2019, 13:19

Alguém aí tem o pdf do projeto de lei do Rodrigo Maia, de transformar os clubes em empresas.

Quem tiver, se puder postar aqui agradeço. Ou me tirar uma dúvida.

Eu gostaria de saber como ficará a situação das diversas categorias de sócios (gerais, patrimoniais, proprietários), se eles terão direito garantido de participar na nova sociedade, ou se haverá a venda compulsória dos títulos.
𝒞. 𝑅. 𝒱𝒜𝒮𝒞𝒪 𝒟𝒜 𝒢𝒜𝑀𝒜 -> 𝒞𝒪𝒩𝒬𝒰𝐼𝒮𝒯𝒪𝒰: 𝒮𝒰𝐿-𝒜𝑀𝐸𝑅𝐼𝒞𝒜𝒩𝒪 𝒟𝐸 𝒞𝐿𝒰𝐵𝐸𝒮 𝒞𝒜𝑀𝒫𝐸𝒪̃𝐸𝒮 𝒟𝐸 𝟣𝟫𝟦𝟪 (𝒫𝑅𝐸𝒞𝒰𝑅𝒮𝒪𝑅 𝒟𝒜 𝒯𝒜Ç𝒜 𝐿𝐼𝐵𝐸𝑅𝒯𝒜𝒟𝒪𝑅𝐸𝒮 𝒟𝒜 𝒜𝑀𝐸́𝑅𝐼𝒞𝒜 𝐸 𝒟𝒜 𝒰𝐸𝐹𝒜 𝒞𝐻𝒜𝑀𝒫𝐼𝒪𝒩𝒮 𝐿𝐸𝒜𝒢𝒰𝐸). | 𝒯𝒪𝑅𝒩𝐸𝐼𝒪 𝐼𝒩𝒯𝐸𝑅𝒩𝒜𝒞𝐼𝒪𝒩𝒜𝐿 𝒟𝐸 𝒫𝒜𝑅𝐼𝒮 𝒟𝐸 𝟣𝟫𝟧𝟩 (𝒫𝑅𝐸𝒞𝒰𝑅𝒮𝒪𝑅 𝒟𝒜 𝒞𝒪𝒫𝒜 𝐼𝒩𝒯𝐸𝑅𝒞𝒪𝒩𝒯𝐼𝒩𝐸𝒩𝒯𝒜𝐿 / 𝒯𝒪𝑅𝒩𝐸𝐼𝒪 𝑀𝒰𝒩𝒟𝐼𝒜𝐿 𝒟𝐸 𝒞𝐿𝒰𝐵𝐸𝒮). 𝒞𝒪𝒩𝐹𝐼𝑅𝒜 𝒜𝒬𝒰𝐼.

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Re: PROJETO - TERCEIRIZAÇÃO DO DEPTO DE FUTEBOL

Mensagem por GilsonVGPR » 31 Jul 2019, 13:30

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Nesse projeto de terceirização de vocês dois, como ficará a situação das diversas categorias de sócios (gerais, patrimoniais, proprietários)?

Eles terão direito garantido de participar na nova sociedade, ou haverá a venda compulsória dos títulos?
𝒞. 𝑅. 𝒱𝒜𝒮𝒞𝒪 𝒟𝒜 𝒢𝒜𝑀𝒜 -> 𝒞𝒪𝒩𝒬𝒰𝐼𝒮𝒯𝒪𝒰: 𝒮𝒰𝐿-𝒜𝑀𝐸𝑅𝐼𝒞𝒜𝒩𝒪 𝒟𝐸 𝒞𝐿𝒰𝐵𝐸𝒮 𝒞𝒜𝑀𝒫𝐸𝒪̃𝐸𝒮 𝒟𝐸 𝟣𝟫𝟦𝟪 (𝒫𝑅𝐸𝒞𝒰𝑅𝒮𝒪𝑅 𝒟𝒜 𝒯𝒜Ç𝒜 𝐿𝐼𝐵𝐸𝑅𝒯𝒜𝒟𝒪𝑅𝐸𝒮 𝒟𝒜 𝒜𝑀𝐸́𝑅𝐼𝒞𝒜 𝐸 𝒟𝒜 𝒰𝐸𝐹𝒜 𝒞𝐻𝒜𝑀𝒫𝐼𝒪𝒩𝒮 𝐿𝐸𝒜𝒢𝒰𝐸). | 𝒯𝒪𝑅𝒩𝐸𝐼𝒪 𝐼𝒩𝒯𝐸𝑅𝒩𝒜𝒞𝐼𝒪𝒩𝒜𝐿 𝒟𝐸 𝒫𝒜𝑅𝐼𝒮 𝒟𝐸 𝟣𝟫𝟧𝟩 (𝒫𝑅𝐸𝒞𝒰𝑅𝒮𝒪𝑅 𝒟𝒜 𝒞𝒪𝒫𝒜 𝐼𝒩𝒯𝐸𝑅𝒞𝒪𝒩𝒯𝐼𝒩𝐸𝒩𝒯𝒜𝐿 / 𝒯𝒪𝑅𝒩𝐸𝐼𝒪 𝑀𝒰𝒩𝒟𝐼𝒜𝐿 𝒟𝐸 𝒞𝐿𝒰𝐵𝐸𝒮). 𝒞𝒪𝒩𝐹𝐼𝑅𝒜 𝒜𝒬𝒰𝐼.

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Re: PROJETO - TERCEIRIZAÇÃO DO DEPTO DE FUTEBOL

Mensagem por Daniel » 31 Jul 2019, 13:53

GilsonVGPR escreveu:
31 Jul 2019, 13:30
Vascaíno Patriota
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Nesse projeto de terceirização de vocês dois, como ficará a situação das diversas categorias de sócios (gerais, patrimoniais, proprietários)?

Eles terão direito garantido de participar na nova sociedade, ou haverá a venda compulsória dos títulos?

O sócio continuaria sendo sócio do clube, frequentando suas sedes etc. Nenhum sócio do Vasco é sócio do futebol do Vasco e sim do Clube Vasco.

Aliás, seria um péssimo negócio ser sócio do futebol do Vasco se considerar todas as merdas que acontecem e o prejuízo que ele proporciona atualmente.
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Re: PROJETO - TERCEIRIZAÇÃO DO DEPTO DE FUTEBOL

Mensagem por GilsonVGPR » 31 Jul 2019, 14:02

Daniel escreveu:
31 Jul 2019, 13:53
GilsonVGPR escreveu:
31 Jul 2019, 13:30
Vascaíno Patriota
Mega Vasco
Nesse projeto de terceirização de vocês dois, como ficará a situação das diversas categorias de sócios (gerais, patrimoniais, proprietários)?

Eles terão direito garantido de participar na nova sociedade, ou haverá a venda compulsória dos títulos?
O sócio continuaria sendo sócio do clube, frequentando suas sedes etc. Nenhum sócio do Vasco é sócio do futebol do Vasco e sim do Clube Vasco.

Aliás, seria um péssimo negócio ser sócio do futebol do Vasco se considerar todas as merdas que acontecem e o prejuízo que ele proporciona atualmente.
Eu me referi às seguintes postagens de ambos, situações em que "o clube social seria extinto", e "viraria uma emresa (S.A.)".
Mega Vasco escreveu:
30 Jul 2019, 20:59
Rodrigo Maia quer abrir futebol brasileiro para investidores nos moldes dos clubes europeus
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Presidente da Câmara pretende apresentar projeto que obriga clubes a se tornarem empresas

O presidente da Câmara, deputado Rodrigo Maia (DEM-RJ), anunciou nesta terça-feira que pretende apresentar um projeto de lei para abrir o futebol brasileiro aos investidores estrangeiros. O parlamentar fluminense disse que quer enviar ao Congresso nos próximos meses o pacote para profissionalizar a estrutura dos clubes.

Ele é favorável ao modelo adotado pelos grandes clubes europeus. O Paris Saint-Germain, o Liverpool e o Manchester City são controlados por grupos estrangeiros. O deputado contou que a intenção é tornar os clubes mais fortes financeiramente para conseguir manter os jogadores no país. Nesta terça, ele discutiu o tema com o presidente da CBF, Rogério Caboclo.

Entendemos que o futebol brasileiro precisa de mais capital, de capital estrangeiro também. Na minha opinião, não vai ter capital privado sem uma estrutura profissional do futebol - afirmou Maia, que defendeu duas vezes a entrada de investidores estrangeiros no futebol brasileiro.

O presidente da Câmara disse que já discutiu com o Ministro da Economia, Paulo Guedes, o assunto. Maia contou que está preocupado com a situação financeira dos times brasileiros. Ele classificou a forma de administração da maioria de “primária, primitiva e atrasada”.

Um clube associativo não vai atrair capital estrangeiro. Fora o Flamengo, o Corinthians e o Palmeiras, os demais clubes caminham para uma situação de inviabilidade. O atual modelo não gera bons clubes de futebol - disse o presidente da Câmara dos Deputados, que é torcedor do Botafogo.

De acordo com Maia, o novo projeto terá que obrigar os clubes a se tornarem empresa. Ele disse que a intenção é oferecer incentivos tributários para os times aderirem ao novo formato. Um dos incentivos seria transição de três até cinco anos sem pagar imposto.

Temos que construir incentivos para que o novo modelo tenha mais vantagens que o modelo associativo. O benefício tem que ser para quem quer modernizar e não para quem vai manter no atraso - disse o presidente da Câmara.

O governo já tentou obrigar os clubes a se tornarem empresas, mas não conseguiu. Nos anos 90, a Lei Zico foi aprovada com a obrigatoriedade. No ano seguinte, com os cartolas se recusando a aderirem ao novo modelo, uma emenda tornou facultativo a transformação do clube em empresa. Em 2015, o governo editou o Profut, lei que auxilia na renegociação das dívidas dos clubes de futebol e federações. Quatro anos depois, clubes das Série A e B já acumulavam quase R$ 100 milhões de dívidas referentes aos débitos tributários e previdenciários.

https://globoesporte.globo.com/futebol/ ... peus.ghtml
Vascaíno Patriota escreveu:
31 Jul 2019, 11:39
É Melhor Times de Futebol Serem Clubes Sociais ou Empresas? Vídeo pra iniciantes no tema.
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𝒞. 𝑅. 𝒱𝒜𝒮𝒞𝒪 𝒟𝒜 𝒢𝒜𝑀𝒜 -> 𝒞𝒪𝒩𝒬𝒰𝐼𝒮𝒯𝒪𝒰: 𝒮𝒰𝐿-𝒜𝑀𝐸𝑅𝐼𝒞𝒜𝒩𝒪 𝒟𝐸 𝒞𝐿𝒰𝐵𝐸𝒮 𝒞𝒜𝑀𝒫𝐸𝒪̃𝐸𝒮 𝒟𝐸 𝟣𝟫𝟦𝟪 (𝒫𝑅𝐸𝒞𝒰𝑅𝒮𝒪𝑅 𝒟𝒜 𝒯𝒜Ç𝒜 𝐿𝐼𝐵𝐸𝑅𝒯𝒜𝒟𝒪𝑅𝐸𝒮 𝒟𝒜 𝒜𝑀𝐸́𝑅𝐼𝒞𝒜 𝐸 𝒟𝒜 𝒰𝐸𝐹𝒜 𝒞𝐻𝒜𝑀𝒫𝐼𝒪𝒩𝒮 𝐿𝐸𝒜𝒢𝒰𝐸). | 𝒯𝒪𝑅𝒩𝐸𝐼𝒪 𝐼𝒩𝒯𝐸𝑅𝒩𝒜𝒞𝐼𝒪𝒩𝒜𝐿 𝒟𝐸 𝒫𝒜𝑅𝐼𝒮 𝒟𝐸 𝟣𝟫𝟧𝟩 (𝒫𝑅𝐸𝒞𝒰𝑅𝒮𝒪𝑅 𝒟𝒜 𝒞𝒪𝒫𝒜 𝐼𝒩𝒯𝐸𝑅𝒞𝒪𝒩𝒯𝐼𝒩𝐸𝒩𝒯𝒜𝐿 / 𝒯𝒪𝑅𝒩𝐸𝐼𝒪 𝑀𝒰𝒩𝒟𝐼𝒜𝐿 𝒟𝐸 𝒞𝐿𝒰𝐵𝐸𝒮). 𝒞𝒪𝒩𝐹𝐼𝑅𝒜 𝒜𝒬𝒰𝐼.

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Re: PROJETO - TERCEIRIZAÇÃO DO DEPTO DE FUTEBOL

Mensagem por Vascaíno Patriota » 31 Jul 2019, 15:40

GilsonVGPR escreveu:
31 Jul 2019, 13:19
Alguém aí tem o pdf do projeto de lei do Rodrigo Maia, de transformar os clubes em empresas.

Quem tiver, se puder postar aqui agradeço. Ou me tirar uma dúvida.

Eu gostaria de saber como ficará a situação das diversas categorias de sócios (gerais, patrimoniais, proprietários), se eles terão direito garantido de participar na nova sociedade, ou se haverá a venda compulsória dos títulos.
O PDF mencionado na reportagem sobre os clubes se tornarem empresas se baseia no projeto de lei do Deputado Otávio Leite em 19 de Abril de 2016, que institui a Sociedade Anônima no Futebol e o PDF com o projeto completo mencionado pelo MAIA, só sairá em alguns meses, mas o atual que é tomado momentaneamente como base é este https://www.camara.leg.br/proposicoesWe ... or=1452633. Leia pois é bem instrutivo.

Tudo que é falado sobre clubes empresa S/A e/ou variantes usam de leis antigas que apenas SUGERIAM esses modelos aos clubes, como a lei 8.672 de 1993, contudo a esmagadora maioria dos clubes correm desta ideia como o diabo teme a cruz, pois nestes modelos o escopo da direção, ou seja os presidentes, vice presidentes, na dita gestão de clube social, sumiriam dos processos decisórios do club não tendo a chance de roubar as receitas dos clubes, já que este modelo deixaria de existir ainda que não totalmente em algumas variantes como explicadas no vídeo que deixarei mais abaixo. Obviamente que no modelo de empresa a casta de beneméritos e conselheiros também perdem os poderes decisórios no clube já que os conselhos deixam de existir, e o que podem fazer é contribuir financeiramente igual aos demais sócios investindo no clube e não mais sugando ou atrasando, como é de costume.

Não há ainda um PDF específico do projeto de lei no momento apenas um esboço da lei, mas está sendo montado por juristas e especialistas financeiros do país e de fora que já têm conhecimento pleno desse tipo de gestão. Com relação ao papel dos associados que questionou mais acima, estes não seriam prejudicados de nenhuma maneira, ao contrário, pois com os clubes sendo geridos como empresas quer seja no formato S/A , quer seja em formato híbrido com ações na bolsa + SAF (sociedade anônima do futebol). O QUE VOCÊ PERGUNTOU sobre como fica a situação dos associados no novo formato de empresa, haveria logicamente a primordial distinção de que não mais votariam a cada 3 anos pois isso é típico de clubes sociais ( logo as classes de sócios em gerais, patrimoniais, proprietários perdem o sentido pois o aspecto político deixa de existir ), e no novo modelo os clubes teriam novos detentores financeiros que não serão trocados via voto de sócios, os clubes serão empresas VISANDO ESPECIFICAMENTE OS LUCROS, e a participação financeira dos sócios seria gerida de modo muito mais claro e nítido em comparação com o que ocorre há décadas com o clube social que capta a contribuição mensal dos sócios e não dá nenhuma satisfação nem do total que é arrecadado e nem como será utilizado o cômputo geral das receitas oriundas destas mensalidades. AQUI cabe uma explicação bem pertinente pois as contribuições dos sócios seriam revertidas em ações na bolsa ou seria captada pra serem alocadas num fundo de investimentos específico ou serem feito ambos. Sobre a venda compulsória de títulos, estes também ocorrem no modelo de S/As por exemplo e QUAISQUER pessoas podem adquirir títulos como o objetivo de lucrarem no mercado de ações, ainda que não torçam pro clube específico, por exemplo existem muitas pessoas que compram títulos da Juventus - Ita na bolsa e ganham bastante com a oscilação em alta dessas ações e todos ganham aqui, tanto essas pessoas físicas, investidores e o clube.

Ficaria muito extenso digitar e explicar aqui em pormenores, mas assista ao vídeo que deixarei aqui e entenderá o papel dos sócios quando da extinção do club social e a operacionalização dos clubes geridos como empresas.


---- Aqui são links de algumas matérias que podem auxiliá-lo na compreensão do tema.
https://rodrigomattos.blogosfera.uol.co ... -com-dono/

https://revistavisaojuridica.com.br/201 ... esportiva/

https://leiemcampo.com.br/clube-empresa-no-brasil/

http://www.papodearquibancada.com.br/20 ... m-gigante/

https://blogdorafaelreis.blogosfera.uol ... -na-bolsa/ :din:
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PROJETO - TERCEIRIZAÇÃO DO DEPTO DE FUTEBOL

Mensagem por Mega Vasco » 31 Jul 2019, 22:50

Veja o que diz projeto que Rodrigo Maia quer aprovar para transformar clubes brasileiros em empresas como na Europa

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Rodrigo Maia cumprimenta Pia Sundhage, na sede da CBF, no Rio, sob olhares de Tite e Rogério Caboclo
Divulgação/ CBF


Rodrigo Maia (DEM) presidente da Câmara dos Deputados, esteve na segunda-feira (30) na apresentação da técnica Pia Sundhage como comandante da seleção brasileira feminina, na sede da CBF, no Rio. Mas sua intenção não era cumprimentar a sueca.

O parlamentar foi conversar com dirigentes e falou à imprensa sobre o projeto de lei do deputado Otavio Leite (PSDB) que visa obrigar, futuramente, que os clubes de futebol se tornem sociedades anônimas de futebol (SAF). Em outras palavras, clubes-empresas.

Segundo Maia, a intenção com isso é estruturar melhor os clubes, em termos de gestão e governança, dando a eles transparência para, entre outras coisas, atrair capital privado e ou estrangeiro para o futebol brasileiro.

Da maneira como a maioria dos estatutos sociais são constituídos hoje, isso não é possível. Na Europa, PSG, Liverpool e Manchester City, por exemplo, pertencem hoje, em maior ou menor medida, a grupos internacionais e acionistas.

Além dos clubes, a proposta abre brecha para que federações, confederações e ligas também possam pertencer ou se tornarem a empresas privadas.

Mas, na prática, o que essa sugerida obrigatoriedade significa para o time pelo qual você torce, fã de esportes?

O texto do projeto, na íntegra, está neste link ( https://www.camara.leg.br/proposicoesWe ... ao=2082511 ), que leva para o site da Câmara dos Deputados. Mas, abaixo, o ESPN.com.br explica, com um pouco mais de simplicidade, o que significaria na prática a promulgação da lei.

SEPARAÇÃO DOS PODERES
No Brasil, os grandes clubes de futebol são muitas vezes também clubes sociais. O presidente do clube responsável pela gestão de um time que tem milhões de torcedores é também o dirigente que decide sobre a reforma dos vestiários da piscina aquecida, utilizados por centenas de sócios, por exemplo.

Com a lei das SAF, isso acabaria. O presidente ou CEO da SAF não teria ingerência no clube social e vice-versa - exceto como votante em assembleia, caso o clube social seja acionista da SAF.

Por exemplo: caso existam ao mesmo tempo, o clube Corinthians e a SAF Corinthians passam a ser duas entidades diferentes, com a segunda vinculada à primeira.

Mas só uma possível SAF Corinthians pode disputar campeonatos profissionais de futebol. E só o presidente do clube Corinthians pode decidir sobre os aparelhos da academia de musculação do clube, por exemplo.

QUEM É O DONO DO TIME?
O clube social segue com seu estatuto associativo. Em outras palavras, pertence aos sócios e é administrado pelo presidente por eles eleito.

O time de futebol, porém, vai passar a pertencer ao detentor da totalidade das ações emitidas ou ao conjunto dos proprietários dela, proporcionalmente, de acordo com o que for decidido na criação da SAF.

As decisões serão tomadas do mesmo modo que acontece com as empresas, com assembleias e votos com pesos proporcionais às suas representatividades perante o total de ações emitidas.

Resumindo: tudo que é da gestão do futebol, incluindo direitos de jogadores e categorias de base, passa a ser da SAF.

DE QUEM SÃO O ESCUDO, A CAMISA E A "MARCA"?
Para que coexistam, o clube social e a SAF correspondente têm de chegar a um acordo sobre a exploração dos símbolos do clube, como suas cores, camisa e escudo.

O clube social poderá, assim, mediante acordo, utilizar seu escudo para fins sociais e até esportivos, desde que em ações alheias ao dia-a-dia da SAF, o time de futebol, propriamente - incluindo as categorias de base.

No que diz respeito à exploração comercial e licenciamento, vale também o que for firmado em acordo entre as partes, que poderão ser sócias em caso de recebimento de royalties com produtos com o símbolo do clube. Ou não, podendo umas das partes ser a detentora dos direitos - o que faria mais sentido para a SAF.

ESTÁDIO E CT
Atualmente, alguns estádios usados pelos times já não pertencem aos clubes. O Allianz Parque, por exemplo, "é da construtora WTorre" até 2044, mas é utilizado pelo Palmeiras, por meio de cláusulas contratuais entre as partes.

Seria o mesmo com a criação da SAF. O clube proprietário ou usuário de um estádio concederia ao seu time/SAF o direito de uso do local, de acordo com o que for estipulado em acordo.

O mesmo vale para os centros de treinamento. Nos anos 1990 e 2000, por exemplo, o Flamengo treinou em um CT na Barra da Tijuca, no Rio, chamado de "Fla-Barra".

Depois de um tempo, com o fim do contrato, foi o Vasco quem passou a ocupar o mesmo espaço, chamado, então, de "Vasco-Barra". Nos dois casos, o proprietário do CT assinou contrato com os clubes. Na nova realidade proposta, o contrato seria com a SAF correspondente.

https://www.espn.com.br/futebol/artigo/ ... -na-europa
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PROJETO - TERCEIRIZAÇÃO DO DEPTO DE FUTEBOL

Mensagem por Mega Vasco » 01 Ago 2019, 20:40

Com Botafogo, clube-empresa ganha força em Brasília

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Rodrigo Maia, presidente da Câmara, quer estimular modelo no futebol nacional

A terceirização da gestão do Botafogo fez reacender em Brasília o debate sobre a criação de uma lei que facilite a transformação de clubes em empresas. Na última terça-feira (30), Rodrigo Maia, presidente da Câmara dos Deputados, esteve na CBF para entender melhor o modelo adotado pelo clube.

Torcedor botafoguense, Maia voltou da ida ao Rio de Janeiro empenhado em levar a Brasília um projeto para incentivar os clubes a virarem empresas.

Temos que estimular o clube-empresa, criar alguma estrutura. Eu tenho pensado nisso, junto com alguns deputados, de estimular que os incentivos tributários que um clube associativo tem hoje sejam transferidos para um clube-empresa", afirmou Maia, pouco depois do encontro com os dirigentes na CBF.

O parlamentar chegou a falar até na possibilidade de um parcelamento de dívidas, além de incentivos para que seja mais vantajoso a um clube se transformar em um clube-empresa. Aí entra uma vontade de setores do governo federal, inclusive. O objetivo seria transformar o futebol, que tem ampla repercussão com a população e a imprensa, em um exemplo de empreendedorismo para o país.

LEIA MAIS: Análise: Lei precisa mudar, mas não é solução < https://maquinadoesporte.uol.com.br/art ... 37739.html >

O posicionamento do político deixou o mercado esperançoso de que finalmente saia do papel a lei para que os clubes tenham gestão empresarial. O Athletico Paranaense é um dos que mais defende a mudança na lei. O clube tem negociada a entrada de um grupo de investimento chinês, caso o modelo empresarial avance.

Tem duas formas de se capitalizar uma empresa. Uma é via empréstimo, e outra é via participação. As associações civis só têm a possibilidade de se capitalizar via empréstimo, contraindo dívidas. A partir do momento que elas viram sociedades empresárias, podem vender participação e, assim, ter acesso a capital", explicou o advogado André Sica, sócio da CSMV Advogados, escritório que fez o processo de fusão do Red Bull com o Bragantino e é especializado em direito desportivo.

De acordo com Sica, o desenvolvimento do modelo de clube-empresa pode levar a uma melhora na gestão do futebol brasileiro como um todo.

Além do acesso ao capital, você tem formas de controle e compliance muito maiores para as sociedades empresariais. Isso muda a forma de gestão e como essas sociedades são controladas, o que também permite maior acesso ao capital", complementou.

Enquanto a lei não muda, o Botafogo segue com o projeto de terceirização de sua gestão. No cenário atual, porém, terá de pagar mais impostos para fazer isso.

https://maquinadoesporte.uol.com.br/art ... 37738.html
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Re: PROJETO - TERCEIRIZAÇÃO DO DEPTO DE FUTEBOL

Mensagem por Vascaíno Patriota » 01 Ago 2019, 20:58

Mega Vasco escreveu:
01 Ago 2019, 20:40
Com Botafogo, clube-empresa ganha força em Brasília

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Rodrigo Maia, presidente da Câmara, quer estimular modelo no futebol nacional

A terceirização da gestão do Botafogo fez reacender em Brasília o debate sobre a criação de uma lei que facilite a transformação de clubes em empresas. Na última terça-feira (30), Rodrigo Maia, presidente da Câmara dos Deputados, esteve na CBF para entender melhor o modelo adotado pelo clube.

Torcedor botafoguense, Maia voltou da ida ao Rio de Janeiro empenhado em levar a Brasília um projeto para incentivar os clubes a virarem empresas.

Temos que estimular o clube-empresa, criar alguma estrutura. Eu tenho pensado nisso, junto com alguns deputados, de estimular que os incentivos tributários que um clube associativo tem hoje sejam transferidos para um clube-empresa", afirmou Maia, pouco depois do encontro com os dirigentes na CBF.

O parlamentar chegou a falar até na possibilidade de um parcelamento de dívidas, além de incentivos para que seja mais vantajoso a um clube se transformar em um clube-empresa. Aí entra uma vontade de setores do governo federal, inclusive. O objetivo seria transformar o futebol, que tem ampla repercussão com a população e a imprensa, em um exemplo de empreendedorismo para o país.

LEIA MAIS: Análise: Lei precisa mudar, mas não é solução < https://maquinadoesporte.uol.com.br/art ... 37739.html >

O posicionamento do político deixou o mercado esperançoso de que finalmente saia do papel a lei para que os clubes tenham gestão empresarial. O Athletico Paranaense é um dos que mais defende a mudança na lei. O clube tem negociada a entrada de um grupo de investimento chinês, caso o modelo empresarial avance.

Tem duas formas de se capitalizar uma empresa. Uma é via empréstimo, e outra é via participação. As associações civis só têm a possibilidade de se capitalizar via empréstimo, contraindo dívidas. A partir do momento que elas viram sociedades empresárias, podem vender participação e, assim, ter acesso a capital", explicou o advogado André Sica, sócio da CSMV Advogados, escritório que fez o processo de fusão do Red Bull com o Bragantino e é especializado em direito desportivo.

De acordo com Sica, o desenvolvimento do modelo de clube-empresa pode levar a uma melhora na gestão do futebol brasileiro como um todo.

Além do acesso ao capital, você tem formas de controle e compliance muito maiores para as sociedades empresariais. Isso muda a forma de gestão e como essas sociedades são controladas, o que também permite maior acesso ao capital", complementou.

Enquanto a lei não muda, o Botafogo segue com o projeto de terceirização de sua gestão. No cenário atual, porém, terá de pagar mais impostos para fazer isso.

https://maquinadoesporte.uol.com.br/art ... 37738.html
Vários clubes grandes já se articulando com conglomerados bilionários como o At paranaense, e o Botafogo ainda em estágio inicial pra se tornar uma S/A e ENQUANTO aqui o presidente manda pintar arquibancada de um estádio que já teria que ter sido modernizado há uns 20 anos.
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PROJETO - TERCEIRIZAÇÃO DO DEPTO DE FUTEBOL

Mensagem por Mega Vasco » 01 Ago 2019, 21:01

Criação de nova empresa pode ser alternativa para salvar Botafogo de grave crise

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Maioria dos clubes são constituídos na forma de associações sem fins lucrativos e a maior parte da renda é de patrocínios, que têm sido escassos

Crises financeiras e, consequentemente, o atraso de salários dos atletas têm sido a realidade de muitos clubes brasileiros , dentre eles, o Botafogo. Por isso, está sendo estudado um plano de recuperação financeira e administrativa para o time alvinegro.

Uma das principais alternativas apresentadas pela Ernest & Young - empresa de consultoria que está conduzindo o processo - aos dirigentes do Botafogo é a criação de uma nova empresa para a gestão profissional do clube.

No Brasil, a maioria dos clubes de futebol são constituídos na forma de associações sem fins lucrativos e a maior parte da renda é proveniente de patrocínios, que têm sido escassos.

Então, o plano é que seja criada uma nova empresa, uma SPE (Sociedade de Propósito Específico), no formato de sociedade anônima , e que o prazo de existência desta nova empresa seja delimitado em 30 anos.

A SPE seria responsável por administrar todos os ativos provenientes do futebol profissional do clube alvinegro. No entanto, ela também teria que arcar com as dívidas de curto prazo, que hoje estão sob responsabilidade do clube social.

O advogado especialista em direito desportivo Daniel Kalume, sócio do Mota Kalume Advogados, explica que é indispensável que os clubes que apresentem dificuldade de fluxo de caixa, alto nível de endividamento e baixas receitas recorrentes avaliem a possibilidade de transitar para um modelo profissional totalmente apartado das atividades sociais para possibilitar a captação de recursos e buscar resultados financeiros e esportivos positivos.

É urgente a necessidade de se profissionalizar o futebol brasileiro. Mudanças nas regras de gestão e eficiência administrativa são o único caminho para atingirem a independência financeira", ressaltou.

Resta saber se o Botafogo conseguirá superar a crise financeira nos próximos anos.

Link deste artigo: https://esporte.ig.com.br/futebol/2019- ... crise.html


Veja nota divulgada pela Ernst & Young:

Em 24 de julho, a EY e a Trengrouse Advogados apresentaram a um grupo multidisciplinar de 20 executivos botafoguenses o resultado do Diagnóstico Financeiro do BFR em conjunto com estudo complementar de avaliação de opções para recuperação financeira do clube.

Esse estudo visa identificar alternativas que permitam (i) recuperação da capacidade financeira do clube para equilíbrio do fluxo de caixa no futebol e em todas as suas demais atividades sociais e esportivas (ii) introduzir boas práticas de gestão corporativa que permitam o crescimento das fontes de receitas e otimização dos custos e (iii) como resultante, voltar a ser capaz de reinvestir no futebol e em todas as suas demais atividades, tanto esportivas quanto sociais.

O estudo, junto com o modelo sugerido, foi analisado em conjunto pelos participantes e agora será apresentado aos dirigentes do BRF.

Essa apresentação deve ser realizada nos próximos dias e somente depois disso poderão ser divulgados os principais pontos do estudo e modelo proposto, bem como eventuais próximos passos".

https://globoesporte.globo.com/futebol/ ... exta.ghtml
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