PROJETO - TERCEIRIZAÇÃO DO DEPTO DE FUTEBOL

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PROJETO - TERCEIRIZAÇÃO DO DEPTO DE FUTEBOL

Mensagem por Mega Vasco » 05 Ago 2019, 00:14

O mito do clube empresa

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Por Professor Denilson Rocha

Com os muitos questionamentos quanto à péssima gestão dos clubes no Brasil, é frequente que coloquem o “clube empresa” como solução para os problemas. Em março passado, o blog do Rodrigo Mattos publicou que o Governo Federal e o Congresso retomaram a discussão sobre um projeto para induzir os clubes de futebol a se transformarem em empresas com a possibilidade de terem donos. Mas é preciso compreender que “clube empresa” não será uma solução milagrosa para o caos instalado nos clubes brasileiros.

Tradicionalmente, os clubes de futebol surgem com atividade amadora com função social. Por isso, os clubes brasileiros se organizaram como instituições sem finalidades econômicas (ou lucrativas), mesmo nos casos de clubes ligados a empresas, como o Siderúrgica, bicampeão mineiro, e vinculado à Siderúrgica Belgo-Mineira. Atualmente, há muitos clubes empresa no Brasil. O mais conhecido é o Red Bull Brasil/Bragantino, mas há vários outros exemplos, como o Coimbra (que disputará a próxima edição do Campeonato Mineiro), o Tombense, o Botafogo/SP, Audax, dentre muitos outros. Ou seja, clube empresa no Brasil e no mundo já existe há muito tempo.

Então, qual a diferença? Empresa tem por objetivo obter lucro, clube social, não – o que não quer dizer que deva ter prejuízo. Empresa pode ter ações negociadas em bolsa de valores, clube social, não. E, especialmente para esses casos, o rigor na fiscalização e na transparência é muito maior.

E por que precisa mudar a legislação se já é possível ser clube empresa? Porque os clubes sociais têm benefícios tributários (pagam menos impostos) e as empresas não têm esse privilégio. E qualquer empresário no Brasil sabe que a carga de impostos é alta, o que dificulta bastante ter qualquer negócio no país.

Todos vamos concordar que a gestão dos clubes esportivos no Brasil é péssima, com raras exceções. Isso quer dizer que transformá-los em empresa fará milagrosamente com que sejam bem administrados, com responsabilidade, transparência, qualidade e tudo mais que sabemos que é essencial? Não!

Mudar a constituição jurídica não leva necessariamente à correção dos erros de gestão. Pior, quase 25% das empresas no Brasil fecham antes de completar 2 anos de existência (são dados do SEBRAE). Reforçando, 1 de cada 4 não sobrevivem por 2 anos. E sejamos sinceros, a condição da maioria dos grandes clubes de futebol é de falência! Se fossem tratados como empresas, já teríamos fechado as portas. Botafogo, Fluminense e Vasco, como exemplo, estão em situação de calamidade. Se fossem empresas já teriam sido alvo de diversos pedidos de falência.

Em sentido contrário, há diversas instituições sem finalidade econômica (ou seja, não são empresas) que são administradas com a mais absoluta competência. Instituto Ayrton Senna ou Médicos sem Fronteiras não são empresas, mas tem uma gestão exemplar, profissional, qualificada e que dá resultados. No campo esportivo, basta avaliar a gestão do Minas Tênis Clube para observar como é possível ter um clube social gerido de forma profissional.

Então vamos ser contrários ao clube empresa? Claro que não! Só estamos dizendo que isso não é a solução mágica para os problemas que afligem o futebol no Brasil.

A questão é a profissionalização da gestão. Os clubes sociais têm sido administrados por pessoas absolutamente incompetentes – e nem precisamos citar nomes porque vários surgem facilmente em nossa memória – e descompromissadas. Poucos são os que se dedicam aos interesses dos clubes, enquanto a maior parte está defendendo os próprios interesses. Estão ali pelo status de ser dirigente de clube ou, quando falta a honestidade, por negócios escusos. A profissionalização aponta que é necessário ter pessoas qualificadas, com formação, experiência, conhecimento, comportamentos, habilidades e atitudes adequadas ao cargo que vão exercer. Pessoas que se dedicam integralmente ao seu trabalho e à sua profissão, e são remuneradas por isso. Profissionais! Simples assim.

Nos últimos meses, começamos a ver esse processo de profissionalização no Galo. Dirigentes profissionais, experientes e conhecedores dos cargos que ocupam passaram a estar à frente do Clube. Não é só o futebol. Outras funções também passaram por mudanças e, ao que parece, para melhor. Nada importa se Rui Costa ou Júnior Chávare nasceram ou se tornaram torcedores do Atlético, importa se realizam seus trabalhos corretamente e geram resultados para o clube. O torcedor e sua paixão devem estar na arquibancada, na gestão do clube é preciso ter profissionalismo, racionalidade e práticas que deem resultados esportivos e econômicos. E que sejam responsabilizados por suas ações.

A proposta de modernização no estatuto do Atlético deve ter como foco a profissionalização do clube. Ali devem estar as regras para captação e uso dos recursos, para exigência de competências profissionais para ocupar cargos na direção do clube, para prestação de contas, transparência e responsabilização dos gestores, para organizar e direcionar os esforços do Galo. É preciso garantir a sustentabilidade, a sobrevivência em longo prazo e a grandeza do Atlético.

Ser clube empresa ou ser clube social? Tanto faz, desde que sejam competentes no que façam.

https://www.falagalo.com.br/o-mito-do-clube-empresa/

https://rodrigomattos.blogosfera.uol.co ... -com-dono/
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Mensagem por Mega Vasco » 07 Ago 2019, 18:39

Como o futebol brasileiro se organizou para pagar salários milionários

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A janela de transferências deste ano trouxe reforços de peso para o futebol brasileiro

A atual temporada está demonstrando que o planejamento financeiro de alguns clubes brasileiros possibilita alto investimento na contratação de jogadores. Flamengo, Palmeiras e São Paulo encabeçam a lista de pagadores de atletas que recebem salários milionários por mês. A reportagem conversou com especialistas em marketing esportivo para entender se o que está acontecendo é, de fato, uma tendência, uma mudança no cenário do futebol nacional, ou se é uma bolha, que vai estourar em gestões posteriores.

Aumento das receitas, a melhor gestão das despesas e o equacionamento das dívidas propiciam que o clube invista no pagamento de maiores salários sem criar buracos na dívida das instituições. Palmeiras, Flamengo, Grêmio, São Paulo e Corinthians estão neste caminho”, defende Rafael Plastina, fundador da Sport Track, especializada em marketing e gestão esportiva.

A janela de transferências deste ano trouxe reforços de peso para o futebol brasileiro. Daniel Alves e Filipe Luís, titulares da seleção brasileira, encabeçam essa lista de repatriados, trazidos por São Paulo e Flamengo, respectivamente. O primeiro chegou para ganhar salário de R$ 1,3 milhão por mês, sendo R$ 500 mil previstos para serem pagos com ações de marketing dele e do clube e a outra parte pelo próprio São Paulo. Filipe Luís receberá aproximadamente R$ 800 mil. Ele não está na turma do milhão, mas poderá entrar para a mesma, dependendo das ações de marketing do Flamengo.

É muito dinheiro para um jogador de futebol no Brasil, mas isso só é possível porque os clubes estão de reestruturando e engordando suas receitas anuais. O Flamengo vem aumentando sua folha salarial já faz algumas temporadas. No início do ano, apostou em Arrascaeta e Gabriel Barbosa, com salários que ultrapassam o milhão. Para trazer o meia, a diretoria pagou R$ 55,3 milhões ao Cruzeiro. O centroavante veio por empréstimo da Inter de Milão, com o rubro-negro responsável por 100% dos seus vencimentos. O contracheque de Gabriel é alto, na casa dos R$ 1,25 milhão.

O Flamengo ainda repatriou Rafinha (ex-Bayern de Munique), Gerson (ex-Roma) e Pablo Marí (Manchester City). O Palmeiras é o outro clube que faz frente nas contratações da turma do milhão. O atual campeão brasileiro investiu em Ramires, titular da seleção nas Copas de 2010 e 2014, Vitor Hugo (ex-Fiorentina), Luiz Adriano (ex-Spartak Moscou) e Henrique Dourado.

Todos esses reforços devem ganhar salários próximos de R$ 1 milhão por mês. Com 30 anos de experiência no marketing esportivo, João Henrique Areias acredita que a organização dos clubes aconteceu somente depois do grande escândalo de corrupção da Fifa, que estourou em 2015.
A Fifa lançou novo regulamento para os clubes e exigiu que se profissionalizassem. Isso aconteceu por causa dos escândalos e que culminou no afastamento de patrocinadores. Alguns clube aproveitaram para mudar o modelo de gestão”, explicou.
Mas, na opinião dele, cada caso é um caso.
O Flamengo se estruturou e conta hoje com diferentes formas de receita. O Palmeiras tem o fator que eu temo um pouco, pois pode ser que aconteça o que aconteceu no tempo da Parmalat. O dono da empresa vai embora e perde-se tudo”, analisou Areias, referindo-se à dobradinha do clube com a Crefisa.

De maneira geral, os clubes do país passaram a ganhar mais com os direitos de transmissão dos jogos pagos pela televisão, com a criação do programa de sócio-torcedor, com novas ações de marketing dentro de seus respectivos estádios, maior controle dos produtos licenciados e a possibilidade de negociar mais patrocinadores para o uniforme além do master.
Quanto mais diversificadas as receitas, mais saudável será a finança de um clube”, diz Areias.


https://www.metropoles.com/esportes/fut ... ilionarios
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Mensagem por Mega Vasco » 07 Ago 2019, 19:35

Clube-empresa volta a ganhar corpo no Brasil: os prós e contras do tema

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Irmãos Moreira Salles estão em conversas com o Botafogo para assumirem o futebol como empresa.

Comum entre os clubes da Europa, o conceito “clube-empresa” volta a entrar em pauta aqui no Brasil. Um dos grandes que está neste caminho é o Botafogo, depois do estudo encaminhado pelos irmãos Moreira Salles. Muitas são as justificativas que baseiam esta mudança de pensamento na administração dos clubes brasileiros, como as enormes dívidas em diversos segmentos. Na maior parte das ocasiões, as contas acabam não fechando - uma bola de neve.

E, com planejamento, pode ser uma tendência benéfica para maiores investimentos, resultando em um aumento da competitividade financeira entre as instituições. O LANCE! conversou com especialistas e trás nesta reportagem especial os prós e contras do tema. Amir Somoggi, sócio diretor da Sports Value, falou sobre o atraso da implementação da questão no Brasil, comparando com a Europa.

O Brasil está atrasado há uns 30 anos. Na Europa, todos os grandes clubes, com exceção de Barcelona e Real Madrid, trabalham neste sentido. Vejo com bons olhos esta crescente na pauta este ano em solo brasileiro. Praticamente tudo é positivo. Mas precisa ter alguns cuidados, já que há variáveis a serem consideradas. Para o Brasil, acredito que o melhor modelo de clube-empresa é o da Alemanha. Há muitos pontos semelhantes entre os dois países nesta questão - afirmou.

As considerações destas variáveis vão de acordo com a relevância de cada clube, com cada caso necessitando ser avaliado de maneira individual. Somoggi acredita que os clubes que virem empresa precisam manter as tradições históricas de cada um, colocando em prática em uma gestão profissional e, principalmente, a manutenção majoritária na administração, colocando à disposição do mercado pequenas partes para investidores interessados.

Há a necessidade de que os clubes, que virem empresa, sigam próximos aos torcedores, detendo a parte majoritária do comando da nova administração. É bastante similar ao modelo alemão, do famoso 50%+1. Nesta linha, acontece a profissionalização total da gestão, com o clube como acionista majoritário da nova empresa. Assim, não chega ninguém mudando o clube de cidade, as cores do clube, tirando toda a história que foi construída durante décadas. Há a necessidade de uma mudança brutal na gestão, com a criação de um conselho de administração, alta governança e compliance, ou seja, estar em dia com atos, normas e leis, de olho em seu efetivo cumprimento - lembrou Somoggi.

Como pontos positivos nesta mudança dos clubes em empresa, Amir Somoggi cita a gestão, profissionalismo, credibilidade, transparência, atração de investimento, valorização da marca, novas receitas, impacto econômico na região., mais títulos e melhor desempenho, engajamento da torcida, atração de mais patrocinadores, entre outros pontos. Ele acredita ainda que é um caminho sem volta a ser traçado para os próximos anos no Brasil, depois do atraso em relação aos principais clubes ao redor do mundo.

Esta profissionalização das administrações, junto com a conquista da confiança de investidores para estes casos, na hora de colocar na balança, faz com que seja bem mais jogo esta mudança para o formato empresa dos clubes. Há discussões se deve ou não separar o futebol para a empresa e a área social, ponto que ainda é alvo de estudos de especialistas para a área. Mas uma questão é dita com clareza: o fortalecimento das competições da CBF e da Conmebol dão ainda mais possibilidades para que os cases sejam de sucesso. A evolução nos últimos anos provam este ponto, em crescente evolução.

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Rodrigo Maia foi na CBF na última semana.

Não é à toa que esta pauta está na mira do Congresso Nacional, com movimentações neste sentido. A Câmara dos Deputados, inclusive, deve discutir neste semestre um novo projeto para que os clubes se transformem em empresas. O que, na teoria, faria-os mais atrativos para receberem investimentos. Na última semana, em visita na Confederação Brasileira de Futebol (CBF), Rodrigo Maia, deputado federal pelo Rio de Janeiro, presidente da Câmara e conselheiro do Botafogo, o clube grande mais avançado nesta transformação no Brasil, admitiu esta discussão com os dirigentes da CBF.

Nós precisamos da entrada de capital estrangeiro. Um clube associativo não vai atrair capital privado nenhum, muito menos estrangeiro, porque a forma de administração é primária, primitiva, atrasada, que não gera eficiência, que não gera transparência, e que não gera bons clubes de futebol no Brasil – afirmou na semana passada o presidente da Câmara dos Deputados, completando sobre a sintonia das discussões no Congresso Nacional, com participação de Paulo Guedes, ministro da economia do Governo Jair Bolsonaro.

Tirando Flamengo, Corinthians e Palmeiras todos os outros caminhos para situação de inviabilização. É preciso estimular o clube-empresa. Tem que criar uma estrutura para estimular os incentivos. A minha tese é que você tem que estimular a transição do clube-empresa no prazo de 3 a 5 anos sem pagar impostos e depois pagar como qualquer negócio. Já comecei a conversar com o ministro Paulo Guedes para construímos uma solução. A ideia é que a gente construa incentivos para que ser empresa tenha mais vantagem. O benefício tem que ser para aquele que vai aderir ao futebol moderno - finalizou o deputado.


E é justamente neste ponto que vem o maior receio negativo em relação ao tema. Os mais receosos dizem muito sobre o efeito colateral desta transformação dos clubes em empresa, como o aumento do volume de impostos a serem pagos. Este possível auxílio por meio dos parlamentares em Brasília, podem incentivar a aceleração do processo de mudança. Rafael Capanema, membro da Comissão de Assuntos Tributários da Ordem dos Advogados do Brasil, seccional Rio de Janeiro (OAB/RJ), conversou com a reportagem e falou sobre a questão dos tributos neste cenário:

O impacto da mudança dos clubes, saindo do formato associativo, entrando para a forma de empresa, será muito grande na questão dos tributos. Sairiam praticamente do zero para um volume elevado de impostos. Hoje isentos, teriam que pagar um volume que no primeiro momento, na balança, não seria recomposto com os investimentos. Acredito que os clubes irão pleitear junto aos parlamentares um regime especial para que a mudança de modo da administração faça com que o pagamento dos tributos passe a ser em um médio prazo depois de que a criação da empresa no clube seja sacramentada.

Neste momento, não é possível precisar a quantia de quanto de impostos serão pagos pelos clubes ao se transformarem em empresas, o que seria confirmado apenas depois de um posicionamento do Congresso. Em uma regra geral, atualmente, partiria de 20% sobre a folha de pagamento - com os salários dos jogadores, muitos astronômicos, seria um peso e tanto para a gestão. Apesar disto, para os clubes de maior porte, devido a possibilidade maior de captação de investimentos, o caminho será mais fácil, em comparação com os de menor investimento. É o que acredita Capanema, que destaca como grande vantagem, ao colocar tudo na balança, a possibilidade de que as gestões sejam profissionalizadas, comparando com os modelos já existentes nos Estados Unidos, por meio dos clubes de basquete, e na Europa, pelos clubes em geral.

A mudança de clube associativo para clube-empresa tem de ser optativa. Os clubes grandes vão conseguir evoluir, mas para os menores o caminho será bem mais difícil. A possibilidade de exploração dos clubes grandes nesta transformação é bem maior. O investidor privado, na hora de investir neste modelo, buscará garantias para ter o lucro, afinal será o dono da empresa, irá querer o retorno dos investimentos aplicados. Mas para isto terá que ter uma profissionalização na gestão dos clubes, modernizando em comparação aos clubes ao redor do mundo. É um caminho, não a curto prazo, que se faz necessário, precisando aumentar estas discussões - concluiu o advogado.

Nas próximas semanas, as discussões entre dirigentes, especialistas, diretores, parlamentares e os demais envolvidos para a transformação dos clubes do Brasil em empresas devem aumentar. As movimentações nos bastidores já caminha neste sentido, mesmo com toda a pressão já existente a cada passo dado sobre o assunto. No longo prazo, é uma forma de equacionar as dívidas, modernizar a gestão, profissionalizar o trabalho e evoluir, de maneira geral, o tratamento dado ao futebol brasileiro. Com os pós e os contras cada vez mais claros, não será complicado uma definição e o desfecho do rumo da mudança.

https://m.lance.com.br/futebol-nacional ... -tema.html
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Mensagem por Mega Vasco » 08 Ago 2019, 23:56

Clube-empresa versus associação esportiva: qual o melhor caminho?

Andrei Kampff
07/08/2019


A discussão não é nova, mas continua atual: clube-empresa ou associação sem fins lucrativos, qual o melhor caminho?

Não fique bravo, mas a resposta pode ser "depende". Talvez eu consiga fazer com que você me entenda, não necessariamente tendo que concordar comigo.

Primeiro, a questão não é nova, porque até a sepultada Lei Zico já tratava da transformação dos clubes de associações esportivas em empresas lá em 1993. A Lei Pelé, de 1998, tentou tornar obrigatória a transição – não deu certo. Portanto, a discussão é antiga, mas, em função de fatos novos, como o projeto Botafogo S.A e a ideia de Rodrigo Maia de retomar no Congresso o debate com benefícios fiscais a clubes que decidirem fazer essa migração, ela está quente.

Hoje a Constituição Federal, no art. 217, dá autonomia às entidades esportivas, que podem escolher a natureza jurídica sob a qual querem trabalhar.

Portanto, é transformar a natureza jurídica, jogar pó de pirilimpimpim e pronto, teremos um clube-empresa saudável! Não, não é bem assim. Temos vários exemplos de clubes, no Brasil e no exterior, que fizeram essa migração e vivem grandes problemas. O Figueirense é um deles. Como são vários os que seguem como associações e estão em situação pré-falimentar. "Ah, clube não entra em falência"! Também não é assim, pode quebrar, sim. É mais difícil, mas acontece.

As associações esportivas sem fins lucrativos hoje gozam de uma grande vantagem. Elas têm isenção de tributos. As empresas, não. Mas em um clube administrado de maneira efetiva, os investimentos aparecem em proporção muito maior. E na matemática, isso normalmente é vantajoso.

Também é verdade que, ele sendo uma associação, está muito mais preso a questões políticas, que muitas vezes colocam freios numa gestão mais profissional. Um clube-empresa se desvincula mais desse entrave político. E com a aprovação de um projeto que garanta incentivos fiscais a clubes que se tornarem empresas, o discurso da isenção fiscal cai por terra. Mas fica aquele de que, quando assume uma gestão empresarial, ela afasta a torcida e a comunidade do clube.

Tudo isso são fatos. Como o de que, em uma empresa, o caminho para a profissionalização é mais pacífico. Mas também é verdade que temos clubes tradicionais que estão dando exemplos de boa gestão, como Bahia, Grêmio. Flamengo, Athletico, Palmeiras… O fato irrefutável é: se a gestão for ruim, ele não funcionará nem como associação, nem como empresa.

A verdade é que os clubes precisam de uma gestão séria, comprometida com transparência, ética, que implemente compliance e trabalhe com profissionais qualificados em cada área. E isso pode ser feito independentemente da natureza jurídica que ele adotar. Cada clube tem uma realidade, e o modelo jurídico também precisa caminhar de acordo com os fatos, as vontades e desafios que serão colocados.

https://leiemcampo.blogosfera.uol.com.b ... r-caminho/
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Mensagem por Mega Vasco » 13 Ago 2019, 20:32

Maia defende que clubes de futebol se tornem empresas

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residente da Câmara visitou clube do São Paulo e conversou com dirigentes

O presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM), visitou o CT da Barra Funda nesta segunda (12), durante o treino da tarde, para conversar com a diretoria do São Paulo sobre a composição de um projeto de lei que visa transformar os clubes em empresas.

A convite da diretoria, ele conheceu a estrutura do Centro de Treinamento e falou sobre a necessidade de modernizar o futebol para deixar os clubes brasileiros em condições de competir com outros grandes centros e, assim, segurar os grandes jogadores no Brasil.

Vim conhecer a estrutura do São Paulo, que é um exemplo de gestão. É preciso modernizar os clubes e garantir mais investimentos privados para competir com centros como China e Europa. Temos de avançar neste projeto para que os clubes caminhem neste formato de separar a forma associativa do futebol – afirmou Maia.

Além de Marco Aurélio Cunha, coordenador de futebol feminino da CBF, Maia esteve acompanhado de Raí, diretor de futebol, de Lugano, superintendente de Relações Internacionais do clube além do mandatário são-paulino Carlos Augusto de Barros e Silva, o Leco.

Maia visitou a CBF no fim de julho para falar sobre o projeto de lei e disse que pretende ainda visitar outros grandes clubes para falar sobre o assunto em pauta.

A ideia é visitar outros clubes para que a gente possa avançar para um projeto de clube empresa – declarou.

Enquanto esteve à beira do campo com o estafe são-paulino, Rodrigo Maia ainda recebeu a visita do atacante Antony e do recém-contratado Daniel Alves para uma rápida conversa.

Um dos clubes que pode liderar esse movimento de transformação é o Botafogo, time do qual Maia é torcedor.

Recentemente, os irmãos Moreira Salles, botafoguenses, contrataram um estudo sobre a implementação de um novo modelo de gestão no clube, cujas dívidas ultrapassam a casa dos R$ 750 milhões.

Encomendado à consultoria EY, o projeto prevê a constituição de sociedade anônima exclusivamente destinada a administrar o futebol do Botafogo no período de 30 anos. O estudo pode ser o início de um processo de recuperação do clube.

O sucesso depende da constituição de um fundo em que os investidores “compram” a dívida dos credores. O clube deve aos Moreira Salles.

O projeto de agora visa criar uma Sociedade de Propósito Específico (SPE) com duração de 30 anos para cuidar do futebol do clube. A nova empresa, uma sociedade anônima, levantaria recursos para arcar com as dívidas em curto prazo (cinco anos) do Botafogo, hoje em torno de R$ 350 milhões. Em longo prazo, outros R$ 400 milhões em 25 anos apenas para dívidas.

A ideia para reestruturar o Botafogo baseia-se na criação dessa SPE composta por investidores que queiram operar de forma transitória por um período de até 30 anos. Seriam responsáveis por bancar o futebol e outros esportes, e em troca, teriam direito de imagem dos distintivos do clube, transferência dos contratos dos atletas, transferência dos cadastros desportivos para disputar, como Botafogo, todas as categorias do futebol.

https://pleno.news/esportes/futebol/mai ... resas.html
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Mensagem por Mega Vasco » 14 Ago 2019, 17:26

O que os técnicos de futebol podem ensinar para a sua gestão

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Motivador, estrategista, estudioso, paizão, disciplinador, professor. São muitos os adjetivos usados para nomear os técnicos de futebol e os seus estilos de liderança. Embora não entrem em campo e não sejam os craques dos times, os treinadores ajudam a decidir os jogos com os treinos, planos táticos, escolha dos jogadores, substituições e gestão do grupo. Por isso, servem de exemplo para as empresas e contribuem com importantes lições de liderança no futebol.

Futebol para a gestão de empresas
Os treinadores são verdadeiros gestores de negócios. Definem os objetivos a serem atingidos pela equipe, e traçam o planejamento e as ações para chegar lá. Também precisam gerenciar os talentos para garantir um time com as qualidades necessárias para conseguir um bom desempenho. Inclusive, na Europa, são chamados de managers, do inglês ‘gerentes’. Até por serem responsáveis pelas negociações e contratações do clube.

A seguir, vamos mostrar oito pontos em que os técnicos podem transmitir lições de liderança no futebol e inspirar a sua gestão:

1. Gerenciamento de pessoas em prol dos resultados
Para o seu time conquistar as vitórias e os títulos, é necessário contar com jogadores talentosos e um grupo unido. Um bom técnico precisa, antes de tudo, analisar os pontos fracos e fortes da equipe para sair em busca das contratações necessárias para fortalecer o grupo. Em um segundo momento, é importante conhecer o time que tem em mãos e saber o potencial dos seus jogadores para motivá-los, desenvolver suas habilidades e extrair o melhor deles.

Da mesma forma acontece nos negócios, já que os gestores têm que guiar as pessoas por meio da avaliação de desempenho e de indicadores de produtividade para conseguir melhorar os resultados da empresa. Além disso, também precisam contratar os colaboradores com as habilidades necessárias para realizar as funções determinadas na sua estrutura organizacional.

2. Como lidar com egos e conflitos
É natural o treinador precisar ser um bom gestor de vestiário como se diz na linguagem do futebol. São jogadores badalados, renomados, com bons salários, o que acaba gerando disputas pessoais e conflitos de egos. Os maiores técnicos da última década, o espanhol Pep Guardiola e o português José Mourinho, concordam nesse tema. Para Guardiola, “o ego é a fonte da maioria dos problemas de uma equipe” e Mourinho complementa: “minha maior preocupação é o time.”

Uma das lições de liderança no futebol é sobre lidar com essas questões. No seu negócio, também será necessário administrar divergências e conflitos. Afinal, há o risco de situações desagradáveis. Mas aqui é fundamental entrar o papel dos gestores para evitar que o clima tenso se propague e afete todo o ambiente de trabalho. Neste artigo sobre gestão de conflitos, apresentamos dicas para mitigar comportamentos prejudiciais.

3. Meritocracia e equilíbrio na equipe
Mais dois tópicos importantes na gestão de times no futebol. A meritocracia é utilizada desde o bom desempenho dos atletas nos treinos para ganhar uma vaga entre os titulares. E se estende para a conquista de vitórias, títulos e prêmios individuais, recebendo em troca bonificações em dinheiro. O que também se aplica nas empresas com a remuneração variável, como comissão para atingir metas, bônus por performance ou participação nos lucros ao atingir os objetivos do negócio.

Também não se pode esquecer do equilíbrio nas equipes, tanto de futebol como das organizações. Isso é necessário até para combinar as experiências de profissionais experientes, com o desenvolvimento de jovens talentos que vão crescer na sua estrutura.

4. Análise de dados
A tecnologia e os dados já são parte inerente à gestão e, inclusive, ao futebol. Hoje em dia, os clubes contam com departamentos especializados e dedicados a analisar os números de desempenho dos atletas. Com as informações, é possível avaliar a performance, observar o que deu certo e o que pode ser melhorado. Para colher esses dados, os jogadores usam nos treinos e nos jogos coletes com GPS.

O aparelho monitora desde sinais biológicos, como o batimento cardíaco e desgaste físico, até as características relacionadas ao esporte, como a velocidade do atleta, a alternância de movimentos, a distância percorrida e qual a área de atuação no campo. Com isso, as informações são analisadas minuciosamente pelo computador e um relatório individual de cada jogador é produzido para a comissão técnica.

Para o treinador, os dados ajudam a prevenir lesões e facilitam a tomada de decisão no campo técnico, sendo usados como base para substituir um jogador entre os titulares, ou até para dispensas e contratações.

Para a sua empresa, os números são ainda mais importantes, claro. Até para saber mais sobre o comportamento dos colaboradores, se estão engajados e como anda a sua produtividade. Por isso, o processo de coleta e análise das informações, como o People Analytics, ajuda na gestão de pessoas e contribui para decisões mais efetivas. Além disso, o seu negócio também pode ter sua estratégia guiada por dados para monitorar o andamento de projetos e os seus resultados, e adotar possíveis mudanças de rumo (vale a pena ver nosso artigo sobre data driven business).

5. Planejamento e estratégia
Aqui um ponto crucial para um time de futebol. O técnico, primeiro, deve implementar a sua filosofia de jogo para, depois, planejar todos os passos dos treinos até as partidas. Com isso, encontrar a melhor formação e encaixar os jogadores nas posições ideais para cumprir suas funções táticas em campo. A situação nas empresas segue essas mesmas lições de liderança no futebol e requer que os gestores adotem as metodologias para, então, definir os processos e organizar o fluxo de trabalho. Ao criar essa estrutura, fica mais fácil construir as estratégias para o seu negócio, como melhorar o atendimento ao cliente, ou aumentar as vendas.

6. Estudar o adversário
Trocando de lado do campo, vamos falar dos adversários. O que também é responsabilidade do treinador. Pois ele precisa acompanhar o desempenho dos seus rivais para saber como enfrentá-los e vencê-los no próximo jogo. Esse exemplo é mais um caso de lições de liderança no futebol e no universo da gestão tem o nome de benchmarking. Assim como no futebol, o método serve para identificar os pontos fortes, fracos e as práticas da concorrência. A partir deste ponto, você pode aprimorar seus produtos ou serviços oferecidos.

7. Custos e negociações
Seja no Brasil ou no exterior, muitos técnicos são encarregados de gerenciar as compras e gastos dos clubes com jogadores. Assim, eles negociam as contratações, os valores pagos a outros times pela aquisição e os salários acordados com os atletas. Por outro lado, também administram a venda e o empréstimo de jogadores do time. Tudo isso tendo que equilibrar as contas, acertar o balanço financeiro e ficar no azul.

Essa função do técnico de futebol nada mais é do que uma das atribuições de gestores financeiros. Assim como os treinadores, esses especialistas precisam fazer a análise do fluxo de caixa para saber se há os recursos necessários para pagar as contas e manter a saúde da sua empresa.

8. Tipos de liderança
Começamos o nosso texto citando os tipos de técnicos e voltamos a eles agora. Até porque, aqui mais uma vez as lições de liderança no futebol se estendem para além dos gramados. Já que entre os gestores de empresas, também existe uma série de estilos: líder transformador, líder coach, liderança liberal, liderança corporativa, líder democrático, entre outros. E vale a pena conhecer cada um deles para conseguir desenvolver a liderança mais apropriada para o seu negócio.

Exemplos do campo para a sua empresa
Além dos paralelos com a gestão, fizemos uma seleção de oito personagens históricos e suas lições de liderança no futebol. Entre os melhores jogadores de todos os tempos e grandes treinadores vitoriosos, confira seus ensinamentos:

1. Johan Cruyff
Um dos maiores nomes da história, liderou a Holanda ao vice-campeonato na Copa de 1974. Foi protagonista do Ajax em três títulos da Liga dos Campeões. Como técnico, conquistou outra Liga dos Campeões pelo Barcelona. Deixou um legado esportivo imenso com seu estilo de jogo ofensivo e de toque de bola, e é um exemplo de lições de liderança no futebol.

Foco na simplicidade:
Jogar futebol é muito simples, mas jogar futebol simples é a coisa mais difícil que existe.”

Minimizar erros:
Futebol é um jogo de erros. Aquele que fizer menos erros, vence.”

Estratégia:
Existem algumas pessoas que podem ter uma técnica melhor que a minha, mas o principal é a tática.”


2. Franz Beckenbauer
Considerado um dos melhores de todos os tempos, foi bicampeão mundial pela Alemanha, como jogador e capitão em 1974 e como técnico em 1990. Apelidado de “Kaiser” pelo seu estilo elegante de jogo, também acumulou conquistas com o Bayern de Munique e se tornou um símbolo do esporte.

Comunicação com a equipe:
Nunca tive medo de dar longos discursos aos jogadores. Era importante que eles tivessem todas as informações.”

Conquistar os objetivos:
O forte não vence, o que vence é forte.”


3. Alfredo Di Stéfano
Lendário jogador do Real Madrid, ganhou cinco títulos de Liga dos Campeões e oito campeonatos espanhóis entre os anos 1950 e 1960. Como técnico, foi campeão argentino com o Boca Juniors. Depois de aposentado, tornou-se presidente honorário do Real Madrid e contribuiu com lições de liderança no futebol.

Sucesso:
O fracasso é uma parte necessária do sucesso.”

Evolução contínua:
Devemos sempre nos esforçar para melhorar, pouco a pouco.”


4. Sócrates
Um dos grandes ídolos do futebol brasileiro e do Corinthians, também se notabilizou por sua militância política ao liderar o movimento pela democracia no futebol. Foi eleito pelo jornal britânico The Guardian como um dos seis atletas mais inteligentes da história.

Potencial criativo:
Ganhar não é o mais importante. O futebol é uma arte e deveria mostrar criatividade.”

Poder de liderança:
Se as pessoas não podem dizer algumas coisas, então eu direi isso por elas.”


5. Telê Santana
Adepto do futebol bonito, foi o técnico da geração mais talentosa do futebol brasileiro nas Copas de 1982 e 1986. Apesar das eliminações e do insucesso, deu a volta por cima e se consagrou ao comandar o São Paulo nos títulos da Libertadores e do Mundial em 1992 e 1993. Um de seus métodos de treinamento era usar repetições ​​de fundamentos para melhorar o desempenho.

Alta performance:
Atingir a perfeição é impossível. Mas se aproximar cada vez mais dela, não.”


6. Pep Guardiola
Meio-campista técnico e inteligente, foi um dos destaques da sua geração na Espanha e acumulou conquistas com o Barcelona. Ainda mais vitorioso como técnico, voltou a empilhar títulos no time, depois no Bayern de Munique e no Manchester City. Com sua metodologia de compreender e praticar o futebol, revolucionou o esporte à sua maneira. Em sua biografia Guardiola Confidencial, fica claro o seu jeito meticuloso e suas ideias, assim como suas lições de liderança no futebol.

Treino e aperfeiçoamento:
Se treinar mal, você jogará mal. Se você trabalhar forte no treinamento, você jogará da mesma maneira.”

Determinação:
Eu vou perdoar se os jogadores não conseguirem acertar, mas não se eles não tentarem.”

Coragem:
Eu não estou lidando com jogadores, estou lidando com pessoas. Eles têm medos e se preocupam em falhar.”


7. José Mourinho
De personalidade carismática, porém polêmica, se tornou reconhecido por seu conhecimento tático. Mas também por seu jeito pragmático de armar os seus times. Apesar disso, conquistou troféus por onde passou: campeão da Liga dos Campeões com Porto e Inter de Milão, campeão espanhol com Real Madrid, tricampeão inglês com o Chelsea, entre outros. Sua visão traz claras associações para gestores e líderes.

Adaptação:
Minha liderança não tem um estilo. Eu tento ter uma liderança ajustada à realidade.”

Valorizar a equipe:
Uma das coisas que você deve lembrar como líder é que seu pessoal é mais importante que você.”

Traçar metas:
A partir de agora, cada treino, cada jogo, cada minuto de sua vida deve centrar-se no objetivo de ser um campeão.”


8. Alex Ferguson
Ex-jogador, deixou sua marca mesmo com as orientações no banco de reservas. Ficou 26 anos como técnico do Manchester United e conquistou 13 títulos ingleses e duas Ligas do Campeões. Ganhou uma estátua de bronze em frente ao estádio do clube e foi condecorado como “Sir” pela Rainha da Inglaterra, Elizabeth II. Publicou seu livro Liderança e, como lições de liderança no futebol, apontou disciplina, trabalho de equipe e motivação como as habilidades que mais valoriza.

Lidar com os insucessos:
A maneira pela qual um líder reage à derrota é uma parte essencial do que faz um vencedor.”

Gestão de pessoas:
Você não pode aspirar a ser amado, porque isso não vai acontecer. Nem queira que as pessoas tenham medo de você. Faça com que elas respeitem, confiem e vejam você como justo.”

Coletivo:
O trabalho de uma equipe deve sempre envolver um grande jogador, mas o grande jogador deve sempre trabalhar.”


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PROJETO - TERCEIRIZAÇÃO DO DEPTO DE FUTEBOL

Mensagem por Mega Vasco » 18 Ago 2019, 19:40

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No exterior, a Inglaterra não tem restrições a um estrangeiro comprar um clube, como ocorreu no Chelsea, Manchester City e Liverpool, entre outros. Já na Alemanha, a liga tem uma limitação (50 +1) pela qual nenhum indivíduo pode ser acionista majoritário sozinho, a não ser que tenha 20 anos como sócio do clube, caso da Volkswagen. Assim, os clubes sociais têm que deter a maioria. Atualmente, a liga alemão debate rever essa regra.


CBF aprova que investidores estrangeiros comprem clubes brasileiros

Há uma discussão em curso entre governo federal, Congresso e Confederação Brasileira de Futebol em torno de um projeto que crie regras para os clubes brasileiros se transformarem em empresas. Atualmente, esse tipo de medida é possível, mas não há uma regulação clara. A CBF deu uma sinalização de que não vê motivos para haver restrições para que empresas ou pessoas de fora do país adquiram os direitos sobre agremiações.

Desde sua posse, o presidente da CBF, Rogério Caboclo, tem defendido como um dos projetos mais importantes para o futebol do país a questão da atração de investimentos para os clubes. Sua ideia é que isso seja feito por meio de profissionalização, possivelmente com clubes-empresas. Já teve encontros com o presidente da Câmara, Rodrigo Maia, para discutir o projeto de lei que está em tramitação na Câmara dos Deputados.

O primeiro momento é de trazer investimentos para os clubes e não há por que haver restrição", explicou Caboclo, ao falar sobre a possibilidade de estrangeiros entrarem no país. O Red Bull já tem como acionista a empresa austríaca que também está envolvida no projeto de compra do Bragantino, líder da Série B.

https://rodrigomattos.blogosfera.uol.co ... asileiros/
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