COMO CAGAR NA CASA DA NAMORADA

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PetteVasco
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Re: COMO CAGAR NA CASA DA NAMORADA

Mensagem por PetteVasco » 20 Jan 2016, 09:31

porra tão revivendo uns tópicos de 10 anos atrás...

Leskin
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Re: COMO CAGAR NA CASA DA NAMORADA

Mensagem por Leskin » 20 Jan 2016, 11:43

Kkkk esse tópico era comédia, uma pena ter perdido as mensagens...

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alexandre.vasco
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Re: COMO CAGAR NA CASA DA NAMORADA

Mensagem por alexandre.vasco » 20 Jan 2016, 13:04

PetteVasco escreveu:porra tão revivendo uns tópicos de 10 anos atrás...
como vc fazia para cagar na casa do teu macho?!
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marcinhohn
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Re: COMO CAGAR NA CASA DA NAMORADA

Mensagem por marcinhohn » 20 Jan 2016, 13:06

Leskin escreveu:Kkkk esse tópico era comédia, uma pena ter perdido as mensagens...
Esperando por novos contos dos mitos. Mas nunca serão tão bons como aqueles. kk
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PetteVasco
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Re: COMO CAGAR NA CASA DA NAMORADA

Mensagem por PetteVasco » 20 Jan 2016, 14:09

alexandre.vasco escreveu:
PetteVasco escreveu:porra tão revivendo uns tópicos de 10 anos atrás...
como vc fazia para cagar na casa da tua mulher?!
Você que é um "cara" experiente...

conta ai tua história...

compartilha a tua vivencia com a galera...você já deixou OB boiando na privada da casa do teu namorado???

:coco:

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alexandre.vasco
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Re: COMO CAGAR NA CASA DA NAMORADA

Mensagem por alexandre.vasco » 20 Jan 2016, 18:57

PetteVasco escreveu:
alexandre.vasco escreveu:
PetteVasco escreveu:porra tão revivendo uns tópicos de 10 anos atrás...
como vc fazia para cagar na casa da tua mulher?!
Você que é um "cara" experiente...

conta ai tua história...

compartilha a tua vivencia com a galera...você já deixou OB boiando na privada da casa da tua namorada???

:coco:
kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

vc é meu peixe
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FerramentaFJV10Fml
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Re: COMO CAGAR NA CASA DA NAMORADA

Mensagem por FerramentaFJV10Fml » 21 Jan 2016, 02:12

Porra, tópico mais mito do fórum! Me lembra o antigo orkut, com discussões tão boas e construtivas quanto essa. Uma pena que as mensagens se perderam, Ta ai um ponto negativo do novo fórum. Kkkkkkkkkkk

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Re: COMO CAGAR NA CASA DA NAMORADA

Mensagem por FerramentaFJV10Fml » 21 Jan 2016, 02:12

Vcs já cagaram em estádio?

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LuaninhaCRVG
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Re: COMO CAGAR NA CASA DA NAMORADA

Mensagem por LuaninhaCRVG » 06 Jan 2019, 20:42

Vou dar um UP aqui pra ver de alguém se anima a contar uma história ...🤣
Enquanto houver um coração infantil, o Vasco será imortal!

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LuaninhaCRVG
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Re: COMO CAGAR NA CASA DA NAMORADA

Mensagem por LuaninhaCRVG » 06 Jan 2019, 20:53

Não tem a ver com titulo do tpc, mas é uma das mais engraçadas que já li na net..



Busque aqui...
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Cagando no banheiro do ônibus

26/11/2014
Postado por Marina Barbieri


Demorei muito pra conseguir escrever essa história. Demorei ainda mais pra aceitar que aconteceu comigo. Podia ter acontecido com qualquer outro ser humano do universo, mas por algum motivo místico, a vida me odeia e me botou como protagonista dessa história. Porque eu, céus? Porque eu???

Há uns meses atrás, quando fui visitar amigos e familiares no Rio de Janeiro, recebi o convite de um antigo casinho pra passar uns dias em Angra. Não estava fazendo nada. Estava solteira. Então porque não? Aceitei sem fazer charme. Já era casinho antigo, porque ía ficar me fazendo de difícil? Eu não. Dar é bom. Dar em Angra dos Reis, ainda melhor.

Comprei a passagem de ônibus pela internet, para às 7 da manhã de um sábado. Queria aproveitar o máximo de tempo possível curtindo aquele lugar maravilhoso e lógico, o ex-atual-sei-lá-que-porra-casinho também. Estava empolgada, não visitava Angra há alguns anos.

Na sexta programei o despertador pra tocar às 5 da manhã. Assim teria tempo suficiente para tomar banho, comer alguma coisa, me arrumar com toda a calma do mundo e sair cedo de casa sem me preocupar com o trânsito do Rio que está cada dia mais caótico.

Mas todo mundo sabe como a vida é, né? A gente faz planos para ela chegar e destruí-los como se fosse uma criança birrenta chutando um castelo de areia.

O despertador não tocou e fui acordada aos berros pela minha mãe:

“- Você não vai viajar?”

Pulei da cama sem conseguir raciocinar direito. Se me perguntassem meu nome naquele estado, eu responderia “vinte e seis”. Fui escovando os dentes enquanto terminava de catar os últimos pertences. Tropecei no tapete, bati o dedinho na quina da cama, pisei no cachorro, gritei com a minha mãe, chorei porque havia pisado no cachorro, chorei porque havia gritado com a minha mãe. O celular tocou, eu atendi o controle remoto. Estava no meu modo zumbi ativado. Minha meta era rapidez. Mesmo que fizesse tudo errado. E foi exatamente isso que eu fiz: tudo errado.


Estava tão nervosa com a falta de tempo que foi me dando uma vontade de cagar do demônio. Chamo carinhosamente isso de diarreia nervosa. É aquele cocô que vem rasgando o cu no mais puro estresse, com cheirinho de tristeza e uma dor na barriga que te faz ter certeza que quem controla todo o corpo humano não é o coração ou o cérebro, é mesmo o cu. Não há quem consiga ficar indiferente à uma lástima anal. Eu tentei, mas falhei miseravelmente nessa tarefa.

Entrei no táxi me revirando numa dança ridícula enquanto orava para todos os deuses para que eu não me cagasse ali. O taxista ia ficar muito puto e eu não tinha tempo pra isso.

Cheguei na rodoviária e já fui correndo para o terminal 22. Meu ônibus já estava com o motor ligado. Fui a última a entrar, mas tive alguns segundos de alívio ao sentar na poltrona antes que minha barriga me lembrasse que eu tinha que parir o bebê de Rosemary pelo cu.

1195574060_fTentei segurar o máximo possível enquanto o ônibus saía da rodoviária e fazia o seu trajeto. Não queria ser a primeira a entrar no banheiro e infestá-lo o resto da viagem. Os outros passageiros não mereciam tamanho castigo. Mas uma hora eu não consegui mais segurar. Já estava suando frio e como um foguete corri para o meu tão desejado banheiro.

Para a minha sorte estava limpinho. Tranquei a porta (pelo menos foi o que eu achei), abaixei o encosto de bunda, dei uma limpadinha com um pedaço de papel e mandei ver.

Confesso que foi uma aventura tentar me equilibrar naquele cubículo que parece tão frágil enquanto respondia ao chamado da natureza com tantas curvas e sutileza zero do motorista.

Mal sabia eu que o grande desafio era mesmo na hora de me limpar. Sentada era impossível. Levantei-me e com uma mão segurando o puxador e a outra o papel higiênico descobri que o que as empresas de ônibus querem é foder seus passageiros.

As portas dos banheiros são traiçoeiras. Você dá um clique e acha que já estão fechadas, mas nããããããão, elas só trancam no segundo clique. E sabe como eu descobri isso?

O ônibus fez uma curva abrupta e eu fui jogada contra a porta que se abriu sem a menor cerimônia e eu fui arremessada, com as calças arriadas, para fora do banheiro.

Quase pincelei de merda a careca do senhor que erroneamente escolhera a cadeira ao lado do banheiro enquanto todo o ônibus olhava atônito para aquela cena deprimente que acontecia no fundo daquele semi-leito.

A bunda que um dia mamãe passara talquinho com tanto amor, agora era fuzilada por olhares de reprovação.

Eu não sabia se voltava para o banheiro, se levantava as calças ainda com a bunda toda cagada, se sentava no chão e chorava ou se me jogava pela janela. O tempo, em situações como essa, passa devagar quase parando. Nunca esquecerei aqueles olhares. Eram uma mistura de pânico, com desespero e um fundo de tragicomédia. Enquanto o meu, era apenas desespero mesmo. Nada mais.

Quando voltei para o banheiro, pude ouvir alguns murmúrios vindos do ônibus. Como enfrentar aquela situação? Como sair do banheiro e encarar os outros passageiros depois que os mesmos haviam me estuprado visualmente sem nem ao menos poder culpá-los pela minha total inabilidade com a vida e tudo que à rodeia?

Não podia passar o resto da viagem no banheiro. Sabia que uma hora teria que passar pelo constrangimento de encarar o meu momento pós vergonha. Sendo assim, decidi que enfrentaria a situação da melhor forma possível.

Calmamente lavei o rosto, passei uma base, um batom, arrumei o cabelo e saí do banheiro com o maior sorrisão do mundo. Não andei no corredor, eu desfilei numa passarela hipotética numa pífia tentativa de ignorar minha vergonha pessoal. Naquele momento eu era uma miss. Miss Merda.
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Viniiicius
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Re: COMO CAGAR NA CASA DA NAMORADA

Mensagem por Viniiicius » 06 Jan 2019, 21:09

LuaninhaCRVG escreveu:
06 Jan 2019, 20:53
Não tem a ver com titulo do tpc, mas é uma das mais engraçadas que já li na net..



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Cagando no banheiro do ônibus

26/11/2014
Postado por Marina Barbieri


Demorei muito pra conseguir escrever essa história. Demorei ainda mais pra aceitar que aconteceu comigo. Podia ter acontecido com qualquer outro ser humano do universo, mas por algum motivo místico, a vida me odeia e me botou como protagonista dessa história. Porque eu, céus? Porque eu???

Há uns meses atrás, quando fui visitar amigos e familiares no Rio de Janeiro, recebi o convite de um antigo casinho pra passar uns dias em Angra. Não estava fazendo nada. Estava solteira. Então porque não? Aceitei sem fazer charme. Já era casinho antigo, porque ía ficar me fazendo de difícil? Eu não. Dar é bom. Dar em Angra dos Reis, ainda melhor.

Comprei a passagem de ônibus pela internet, para às 7 da manhã de um sábado. Queria aproveitar o máximo de tempo possível curtindo aquele lugar maravilhoso e lógico, o ex-atual-sei-lá-que-porra-casinho também. Estava empolgada, não visitava Angra há alguns anos.

Na sexta programei o despertador pra tocar às 5 da manhã. Assim teria tempo suficiente para tomar banho, comer alguma coisa, me arrumar com toda a calma do mundo e sair cedo de casa sem me preocupar com o trânsito do Rio que está cada dia mais caótico.

Mas todo mundo sabe como a vida é, né? A gente faz planos para ela chegar e destruí-los como se fosse uma criança birrenta chutando um castelo de areia.

O despertador não tocou e fui acordada aos berros pela minha mãe:

“- Você não vai viajar?”

Pulei da cama sem conseguir raciocinar direito. Se me perguntassem meu nome naquele estado, eu responderia “vinte e seis”. Fui escovando os dentes enquanto terminava de catar os últimos pertences. Tropecei no tapete, bati o dedinho na quina da cama, pisei no cachorro, gritei com a minha mãe, chorei porque havia pisado no cachorro, chorei porque havia gritado com a minha mãe. O celular tocou, eu atendi o controle remoto. Estava no meu modo zumbi ativado. Minha meta era rapidez. Mesmo que fizesse tudo errado. E foi exatamente isso que eu fiz: tudo errado.


Estava tão nervosa com a falta de tempo que foi me dando uma vontade de cagar do demônio. Chamo carinhosamente isso de diarreia nervosa. É aquele cocô que vem rasgando o cu no mais puro estresse, com cheirinho de tristeza e uma dor na barriga que te faz ter certeza que quem controla todo o corpo humano não é o coração ou o cérebro, é mesmo o cu. Não há quem consiga ficar indiferente à uma lástima anal. Eu tentei, mas falhei miseravelmente nessa tarefa.

Entrei no táxi me revirando numa dança ridícula enquanto orava para todos os deuses para que eu não me cagasse ali. O taxista ia ficar muito puto e eu não tinha tempo pra isso.

Cheguei na rodoviária e já fui correndo para o terminal 22. Meu ônibus já estava com o motor ligado. Fui a última a entrar, mas tive alguns segundos de alívio ao sentar na poltrona antes que minha barriga me lembrasse que eu tinha que parir o bebê de Rosemary pelo cu.

1195574060_fTentei segurar o máximo possível enquanto o ônibus saía da rodoviária e fazia o seu trajeto. Não queria ser a primeira a entrar no banheiro e infestá-lo o resto da viagem. Os outros passageiros não mereciam tamanho castigo. Mas uma hora eu não consegui mais segurar. Já estava suando frio e como um foguete corri para o meu tão desejado banheiro.

Para a minha sorte estava limpinho. Tranquei a porta (pelo menos foi o que eu achei), abaixei o encosto de bunda, dei uma limpadinha com um pedaço de papel e mandei ver.

Confesso que foi uma aventura tentar me equilibrar naquele cubículo que parece tão frágil enquanto respondia ao chamado da natureza com tantas curvas e sutileza zero do motorista.

Mal sabia eu que o grande desafio era mesmo na hora de me limpar. Sentada era impossível. Levantei-me e com uma mão segurando o puxador e a outra o papel higiênico descobri que o que as empresas de ônibus querem é foder seus passageiros.

As portas dos banheiros são traiçoeiras. Você dá um clique e acha que já estão fechadas, mas nããããããão, elas só trancam no segundo clique. E sabe como eu descobri isso?

O ônibus fez uma curva abrupta e eu fui jogada contra a porta que se abriu sem a menor cerimônia e eu fui arremessada, com as calças arriadas, para fora do banheiro.

Quase pincelei de merda a careca do senhor que erroneamente escolhera a cadeira ao lado do banheiro enquanto todo o ônibus olhava atônito para aquela cena deprimente que acontecia no fundo daquele semi-leito.

A bunda que um dia mamãe passara talquinho com tanto amor, agora era fuzilada por olhares de reprovação.

Eu não sabia se voltava para o banheiro, se levantava as calças ainda com a bunda toda cagada, se sentava no chão e chorava ou se me jogava pela janela. O tempo, em situações como essa, passa devagar quase parando. Nunca esquecerei aqueles olhares. Eram uma mistura de pânico, com desespero e um fundo de tragicomédia. Enquanto o meu, era apenas desespero mesmo. Nada mais.

Quando voltei para o banheiro, pude ouvir alguns murmúrios vindos do ônibus. Como enfrentar aquela situação? Como sair do banheiro e encarar os outros passageiros depois que os mesmos haviam me estuprado visualmente sem nem ao menos poder culpá-los pela minha total inabilidade com a vida e tudo que à rodeia?

Não podia passar o resto da viagem no banheiro. Sabia que uma hora teria que passar pelo constrangimento de encarar o meu momento pós vergonha. Sendo assim, decidi que enfrentaria a situação da melhor forma possível.

Calmamente lavei o rosto, passei uma base, um batom, arrumei o cabelo e saí do banheiro com o maior sorrisão do mundo. Não andei no corredor, eu desfilei numa passarela hipotética numa pífia tentativa de ignorar minha vergonha pessoal. Naquele momento eu era uma miss. Miss Merda.
:lol: :lol: :lol: :lol: :lol:
que vergonha do kct
já tive muita vergonha certa vez que fiz um ônibus de estudantes pararem quase de madrugada num posto. mas nem se compara

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Re: COMO CAGAR NA CASA DA NAMORADA

Mensagem por Viniiicius » 06 Jan 2019, 21:10

já superei a vergonha de cagar na casa da namorada
hoje em dia o único problema é aquele singelo peido matinal, não quero me trancar no banheiro só pra isso, mas também não pode ter gente perto

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Re: COMO CAGAR NA CASA DA NAMORADA

Mensagem por LuaninhaCRVG » 06 Jan 2019, 21:14

Viniiicius escreveu:
06 Jan 2019, 21:09
LuaninhaCRVG escreveu:
06 Jan 2019, 20:53
Não tem a ver com titulo do tpc, mas é uma das mais engraçadas que já li na net..



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26/11/2014
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Demorei muito pra conseguir escrever essa história. Demorei ainda mais pra aceitar que aconteceu comigo. Podia ter acontecido com qualquer outro ser humano do universo, mas por algum motivo místico, a vida me odeia e me botou como protagonista dessa história. Porque eu, céus? Porque eu???

Há uns meses atrás, quando fui visitar amigos e familiares no Rio de Janeiro, recebi o convite de um antigo casinho pra passar uns dias em Angra. Não estava fazendo nada. Estava solteira. Então porque não? Aceitei sem fazer charme. Já era casinho antigo, porque ía ficar me fazendo de difícil? Eu não. Dar é bom. Dar em Angra dos Reis, ainda melhor.

Comprei a passagem de ônibus pela internet, para às 7 da manhã de um sábado. Queria aproveitar o máximo de tempo possível curtindo aquele lugar maravilhoso e lógico, o ex-atual-sei-lá-que-porra-casinho também. Estava empolgada, não visitava Angra há alguns anos.

Na sexta programei o despertador pra tocar às 5 da manhã. Assim teria tempo suficiente para tomar banho, comer alguma coisa, me arrumar com toda a calma do mundo e sair cedo de casa sem me preocupar com o trânsito do Rio que está cada dia mais caótico.

Mas todo mundo sabe como a vida é, né? A gente faz planos para ela chegar e destruí-los como se fosse uma criança birrenta chutando um castelo de areia.

O despertador não tocou e fui acordada aos berros pela minha mãe:

“- Você não vai viajar?”

Pulei da cama sem conseguir raciocinar direito. Se me perguntassem meu nome naquele estado, eu responderia “vinte e seis”. Fui escovando os dentes enquanto terminava de catar os últimos pertences. Tropecei no tapete, bati o dedinho na quina da cama, pisei no cachorro, gritei com a minha mãe, chorei porque havia pisado no cachorro, chorei porque havia gritado com a minha mãe. O celular tocou, eu atendi o controle remoto. Estava no meu modo zumbi ativado. Minha meta era rapidez. Mesmo que fizesse tudo errado. E foi exatamente isso que eu fiz: tudo errado.


Estava tão nervosa com a falta de tempo que foi me dando uma vontade de cagar do demônio. Chamo carinhosamente isso de diarreia nervosa. É aquele cocô que vem rasgando o cu no mais puro estresse, com cheirinho de tristeza e uma dor na barriga que te faz ter certeza que quem controla todo o corpo humano não é o coração ou o cérebro, é mesmo o cu. Não há quem consiga ficar indiferente à uma lástima anal. Eu tentei, mas falhei miseravelmente nessa tarefa.

Entrei no táxi me revirando numa dança ridícula enquanto orava para todos os deuses para que eu não me cagasse ali. O taxista ia ficar muito puto e eu não tinha tempo pra isso.

Cheguei na rodoviária e já fui correndo para o terminal 22. Meu ônibus já estava com o motor ligado. Fui a última a entrar, mas tive alguns segundos de alívio ao sentar na poltrona antes que minha barriga me lembrasse que eu tinha que parir o bebê de Rosemary pelo cu.

1195574060_fTentei segurar o máximo possível enquanto o ônibus saía da rodoviária e fazia o seu trajeto. Não queria ser a primeira a entrar no banheiro e infestá-lo o resto da viagem. Os outros passageiros não mereciam tamanho castigo. Mas uma hora eu não consegui mais segurar. Já estava suando frio e como um foguete corri para o meu tão desejado banheiro.

Para a minha sorte estava limpinho. Tranquei a porta (pelo menos foi o que eu achei), abaixei o encosto de bunda, dei uma limpadinha com um pedaço de papel e mandei ver.

Confesso que foi uma aventura tentar me equilibrar naquele cubículo que parece tão frágil enquanto respondia ao chamado da natureza com tantas curvas e sutileza zero do motorista.

Mal sabia eu que o grande desafio era mesmo na hora de me limpar. Sentada era impossível. Levantei-me e com uma mão segurando o puxador e a outra o papel higiênico descobri que o que as empresas de ônibus querem é foder seus passageiros.

As portas dos banheiros são traiçoeiras. Você dá um clique e acha que já estão fechadas, mas nããããããão, elas só trancam no segundo clique. E sabe como eu descobri isso?

O ônibus fez uma curva abrupta e eu fui jogada contra a porta que se abriu sem a menor cerimônia e eu fui arremessada, com as calças arriadas, para fora do banheiro.

Quase pincelei de merda a careca do senhor que erroneamente escolhera a cadeira ao lado do banheiro enquanto todo o ônibus olhava atônito para aquela cena deprimente que acontecia no fundo daquele semi-leito.

A bunda que um dia mamãe passara talquinho com tanto amor, agora era fuzilada por olhares de reprovação.

Eu não sabia se voltava para o banheiro, se levantava as calças ainda com a bunda toda cagada, se sentava no chão e chorava ou se me jogava pela janela. O tempo, em situações como essa, passa devagar quase parando. Nunca esquecerei aqueles olhares. Eram uma mistura de pânico, com desespero e um fundo de tragicomédia. Enquanto o meu, era apenas desespero mesmo. Nada mais.

Quando voltei para o banheiro, pude ouvir alguns murmúrios vindos do ônibus. Como enfrentar aquela situação? Como sair do banheiro e encarar os outros passageiros depois que os mesmos haviam me estuprado visualmente sem nem ao menos poder culpá-los pela minha total inabilidade com a vida e tudo que à rodeia?

Não podia passar o resto da viagem no banheiro. Sabia que uma hora teria que passar pelo constrangimento de encarar o meu momento pós vergonha. Sendo assim, decidi que enfrentaria a situação da melhor forma possível.

Calmamente lavei o rosto, passei uma base, um batom, arrumei o cabelo e saí do banheiro com o maior sorrisão do mundo. Não andei no corredor, eu desfilei numa passarela hipotética numa pífia tentativa de ignorar minha vergonha pessoal. Naquele momento eu era uma miss. Miss Merda.
:lol: :lol: :lol: :lol: :lol:
que vergonha do kct
já tive muita vergonha certa vez que fiz um ônibus de estudantes pararem quase de madrugada num posto. mas nem se compara
usar banheiro de ônibus já é foda, pra cagar então....

eu já quase cai nessa do click da porta, foi feita pra sacanear mesmo.
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Re: COMO CAGAR NA CASA DA NAMORADA

Mensagem por Ronan » 06 Jan 2019, 21:17

leokta escreveu:
19 Jan 2016, 23:16
Dica importante:

Quem nunca experimentou pode experimentar que dá certo!

Após fazer o número 2 ascenda um palito de fósforo que o fedor sai na hora kkkkkk.
Funciona mesmo kkkkkk
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Re: COMO CAGAR NA CASA DA NAMORADA

Mensagem por Fernando Henrique » 06 Jan 2019, 21:26

Nossa, tão revivendo tópicos nostálgicos aqui nesses últimos dias kkkkkkkkkk
Daqui a pouco só falta o Término de Namoro rs

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Re: COMO CAGAR NA CASA DA NAMORADA

Mensagem por Barbosa » 06 Jan 2019, 21:42

Ronan escreveu:
06 Jan 2019, 21:17
leokta escreveu:
19 Jan 2016, 23:16
Dica importante:

Quem nunca experimentou pode experimentar que dá certo!

Após fazer o número 2 ascenda um palito de fósforo que o fedor sai na hora kkkkkk.
Funciona mesmo kkkkkk
Sim, mas quem anda com uma caixa de fósforos no bolso?

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Re: COMO CAGAR NA CASA DA NAMORADA

Mensagem por Digaonascimento » 06 Jan 2019, 21:45

Se estivesse a fim de rir era só vir neste tópico. Tinha muita história engraçada no fórum antigo. Término de namoro era hilário tb :lol:

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Re: COMO CAGAR NA CASA DA NAMORADA

Mensagem por Geleia » 06 Jan 2019, 21:55

Barbosa escreveu:
06 Jan 2019, 21:42
Ronan escreveu:
06 Jan 2019, 21:17
leokta escreveu:
19 Jan 2016, 23:16
Dica importante:

Quem nunca experimentou pode experimentar que dá certo!

Após fazer o número 2 ascenda um palito de fósforo que o fedor sai na hora kkkkkk.
Funciona mesmo kkkkkk
Sim, mas quem anda com uma caixa de fósforos no bolso?
Item essencial para ir na casa da namorada, assim como camisinha e bala de menta :fkc:
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Re: COMO CAGAR NA CASA DA NAMORADA

Mensagem por gust_gyn » 06 Jan 2019, 23:19

Barbosa escreveu:
06 Jan 2019, 21:42
Ronan escreveu:
06 Jan 2019, 21:17
leokta escreveu:
19 Jan 2016, 23:16
Dica importante:

Quem nunca experimentou pode experimentar que dá certo!

Após fazer o número 2 ascenda um palito de fósforo que o fedor sai na hora kkkkkk.
Funciona mesmo kkkkkk
Sim, mas quem anda com uma caixa de fósforos no bolso?
Ele
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Re: COMO CAGAR NA CASA DA NAMORADA

Mensagem por Fernando Henrique » 06 Jan 2019, 23:20

Vacilação pô, o cara é do nosso elenco, vai que ele lê isso fica bolado e resolve fazer corpo mole quando voltar a jogar? kkkkkkk

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Re: COMO CAGAR NA CASA DA NAMORADA

Mensagem por Ted Mosby » 07 Jan 2019, 00:36

Viniiicius escreveu:
06 Jan 2019, 21:09
LuaninhaCRVG escreveu:
06 Jan 2019, 20:53
Não tem a ver com titulo do tpc, mas é uma das mais engraçadas que já li na net..



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Cagando no banheiro do ônibus

26/11/2014
Postado por Marina Barbieri


Demorei muito pra conseguir escrever essa história. Demorei ainda mais pra aceitar que aconteceu comigo. Podia ter acontecido com qualquer outro ser humano do universo, mas por algum motivo místico, a vida me odeia e me botou como protagonista dessa história. Porque eu, céus? Porque eu???

Há uns meses atrás, quando fui visitar amigos e familiares no Rio de Janeiro, recebi o convite de um antigo casinho pra passar uns dias em Angra. Não estava fazendo nada. Estava solteira. Então porque não? Aceitei sem fazer charme. Já era casinho antigo, porque ía ficar me fazendo de difícil? Eu não. Dar é bom. Dar em Angra dos Reis, ainda melhor.

Comprei a passagem de ônibus pela internet, para às 7 da manhã de um sábado. Queria aproveitar o máximo de tempo possível curtindo aquele lugar maravilhoso e lógico, o ex-atual-sei-lá-que-porra-casinho também. Estava empolgada, não visitava Angra há alguns anos.

Na sexta programei o despertador pra tocar às 5 da manhã. Assim teria tempo suficiente para tomar banho, comer alguma coisa, me arrumar com toda a calma do mundo e sair cedo de casa sem me preocupar com o trânsito do Rio que está cada dia mais caótico.

Mas todo mundo sabe como a vida é, né? A gente faz planos para ela chegar e destruí-los como se fosse uma criança birrenta chutando um castelo de areia.

O despertador não tocou e fui acordada aos berros pela minha mãe:

“- Você não vai viajar?”

Pulei da cama sem conseguir raciocinar direito. Se me perguntassem meu nome naquele estado, eu responderia “vinte e seis”. Fui escovando os dentes enquanto terminava de catar os últimos pertences. Tropecei no tapete, bati o dedinho na quina da cama, pisei no cachorro, gritei com a minha mãe, chorei porque havia pisado no cachorro, chorei porque havia gritado com a minha mãe. O celular tocou, eu atendi o controle remoto. Estava no meu modo zumbi ativado. Minha meta era rapidez. Mesmo que fizesse tudo errado. E foi exatamente isso que eu fiz: tudo errado.


Estava tão nervosa com a falta de tempo que foi me dando uma vontade de cagar do demônio. Chamo carinhosamente isso de diarreia nervosa. É aquele cocô que vem rasgando o cu no mais puro estresse, com cheirinho de tristeza e uma dor na barriga que te faz ter certeza que quem controla todo o corpo humano não é o coração ou o cérebro, é mesmo o cu. Não há quem consiga ficar indiferente à uma lástima anal. Eu tentei, mas falhei miseravelmente nessa tarefa.

Entrei no táxi me revirando numa dança ridícula enquanto orava para todos os deuses para que eu não me cagasse ali. O taxista ia ficar muito puto e eu não tinha tempo pra isso.

Cheguei na rodoviária e já fui correndo para o terminal 22. Meu ônibus já estava com o motor ligado. Fui a última a entrar, mas tive alguns segundos de alívio ao sentar na poltrona antes que minha barriga me lembrasse que eu tinha que parir o bebê de Rosemary pelo cu.

1195574060_fTentei segurar o máximo possível enquanto o ônibus saía da rodoviária e fazia o seu trajeto. Não queria ser a primeira a entrar no banheiro e infestá-lo o resto da viagem. Os outros passageiros não mereciam tamanho castigo. Mas uma hora eu não consegui mais segurar. Já estava suando frio e como um foguete corri para o meu tão desejado banheiro.

Para a minha sorte estava limpinho. Tranquei a porta (pelo menos foi o que eu achei), abaixei o encosto de bunda, dei uma limpadinha com um pedaço de papel e mandei ver.

Confesso que foi uma aventura tentar me equilibrar naquele cubículo que parece tão frágil enquanto respondia ao chamado da natureza com tantas curvas e sutileza zero do motorista.

Mal sabia eu que o grande desafio era mesmo na hora de me limpar. Sentada era impossível. Levantei-me e com uma mão segurando o puxador e a outra o papel higiênico descobri que o que as empresas de ônibus querem é foder seus passageiros.

As portas dos banheiros são traiçoeiras. Você dá um clique e acha que já estão fechadas, mas nããããããão, elas só trancam no segundo clique. E sabe como eu descobri isso?

O ônibus fez uma curva abrupta e eu fui jogada contra a porta que se abriu sem a menor cerimônia e eu fui arremessada, com as calças arriadas, para fora do banheiro.

Quase pincelei de merda a careca do senhor que erroneamente escolhera a cadeira ao lado do banheiro enquanto todo o ônibus olhava atônito para aquela cena deprimente que acontecia no fundo daquele semi-leito.

A bunda que um dia mamãe passara talquinho com tanto amor, agora era fuzilada por olhares de reprovação.

Eu não sabia se voltava para o banheiro, se levantava as calças ainda com a bunda toda cagada, se sentava no chão e chorava ou se me jogava pela janela. O tempo, em situações como essa, passa devagar quase parando. Nunca esquecerei aqueles olhares. Eram uma mistura de pânico, com desespero e um fundo de tragicomédia. Enquanto o meu, era apenas desespero mesmo. Nada mais.

Quando voltei para o banheiro, pude ouvir alguns murmúrios vindos do ônibus. Como enfrentar aquela situação? Como sair do banheiro e encarar os outros passageiros depois que os mesmos haviam me estuprado visualmente sem nem ao menos poder culpá-los pela minha total inabilidade com a vida e tudo que à rodeia?

Não podia passar o resto da viagem no banheiro. Sabia que uma hora teria que passar pelo constrangimento de encarar o meu momento pós vergonha. Sendo assim, decidi que enfrentaria a situação da melhor forma possível.

Calmamente lavei o rosto, passei uma base, um batom, arrumei o cabelo e saí do banheiro com o maior sorrisão do mundo. Não andei no corredor, eu desfilei numa passarela hipotética numa pífia tentativa de ignorar minha vergonha pessoal. Naquele momento eu era uma miss. Miss Merda.
:lol: :lol: :lol: :lol: :lol:
que vergonha do kct
já tive muita vergonha certa vez que fiz um ônibus de estudantes pararem quase de madrugada num posto. mas nem se compara
De jeito nenhum uso banheiro de onibus, aviao, nem uso o do escritório. Tá maluco. Povo é muito porco. O do escritório então, quando um cara da programação vai lá, é uma bomba de metano que inutiliza o banheiro até o dia seguinte. Não dá...
"If you are not scared, then you are not taking a chance. If you are not taking a chance, then what the hell are you doing?" (MOSBY, Ted.)

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Re: COMO CAGAR NA CASA DA NAMORADA

Mensagem por Viniiicius » 07 Jan 2019, 02:30

Fernando Henrique escreveu:
06 Jan 2019, 23:20
Vacilação pô, o cara é do nosso elenco, vai que ele lê isso fica bolado e resolve fazer corpo mole quando voltar a jogar? kkkkkkk
O que mais tem é piada sobre isso no Facebook e Instagram, acho que ele leva na boa
O Nenê até já fez vídeo zuando isso

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Re: COMO CAGAR NA CASA DA NAMORADA

Mensagem por VAS_GLÓRIA [CRVG] » 07 Jan 2019, 04:52

Barbosa escreveu:
06 Jan 2019, 21:42
Ronan escreveu:
06 Jan 2019, 21:17
leokta escreveu:
19 Jan 2016, 23:16
Dica importante:

Quem nunca experimentou pode experimentar que dá certo!

Após fazer o número 2 ascenda um palito de fósforo que o fedor sai na hora kkkkkk.
Funciona mesmo kkkkkk
Sim, mas quem anda com uma caixa de fósforos no bolso?
Isqueiro ajuda, pra quem fuma. Quando eu morava em república, a gente deixava um pacote de fósforos no banheiro.

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Re: COMO CAGAR NA CASA DA NAMORADA

Mensagem por Barbosa » 07 Jan 2019, 10:45

gust_gyn escreveu:
06 Jan 2019, 23:19
Barbosa escreveu:
06 Jan 2019, 21:42
Ronan escreveu:
06 Jan 2019, 21:17


Funciona mesmo kkkkkk
Sim, mas quem anda com uma caixa de fósforos no bolso?
Ele
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Re: COMO CAGAR NA CASA DA NAMORADA

Mensagem por GilsonVGPR » 07 Jan 2019, 11:54

Ted Mosby escreveu:
07 Jan 2019, 00:36
Viniiicius escreveu:
06 Jan 2019, 21:09
LuaninhaCRVG escreveu:
06 Jan 2019, 20:53
Não tem a ver com titulo do tpc, mas é uma das mais engraçadas que já li na net..



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Cagando no banheiro do ônibus

26/11/2014
Postado por Marina Barbieri


Demorei muito pra conseguir escrever essa história. Demorei ainda mais pra aceitar que aconteceu comigo. Podia ter acontecido com qualquer outro ser humano do universo, mas por algum motivo místico, a vida me odeia e me botou como protagonista dessa história. Porque eu, céus? Porque eu???

Há uns meses atrás, quando fui visitar amigos e familiares no Rio de Janeiro, recebi o convite de um antigo casinho pra passar uns dias em Angra. Não estava fazendo nada. Estava solteira. Então porque não? Aceitei sem fazer charme. Já era casinho antigo, porque ía ficar me fazendo de difícil? Eu não. Dar é bom. Dar em Angra dos Reis, ainda melhor.

Comprei a passagem de ônibus pela internet, para às 7 da manhã de um sábado. Queria aproveitar o máximo de tempo possível curtindo aquele lugar maravilhoso e lógico, o ex-atual-sei-lá-que-porra-casinho também. Estava empolgada, não visitava Angra há alguns anos.

Na sexta programei o despertador pra tocar às 5 da manhã. Assim teria tempo suficiente para tomar banho, comer alguma coisa, me arrumar com toda a calma do mundo e sair cedo de casa sem me preocupar com o trânsito do Rio que está cada dia mais caótico.

Mas todo mundo sabe como a vida é, né? A gente faz planos para ela chegar e destruí-los como se fosse uma criança birrenta chutando um castelo de areia.

O despertador não tocou e fui acordada aos berros pela minha mãe:

“- Você não vai viajar?”

Pulei da cama sem conseguir raciocinar direito. Se me perguntassem meu nome naquele estado, eu responderia “vinte e seis”. Fui escovando os dentes enquanto terminava de catar os últimos pertences. Tropecei no tapete, bati o dedinho na quina da cama, pisei no cachorro, gritei com a minha mãe, chorei porque havia pisado no cachorro, chorei porque havia gritado com a minha mãe. O celular tocou, eu atendi o controle remoto. Estava no meu modo zumbi ativado. Minha meta era rapidez. Mesmo que fizesse tudo errado. E foi exatamente isso que eu fiz: tudo errado.


Estava tão nervosa com a falta de tempo que foi me dando uma vontade de cagar do demônio. Chamo carinhosamente isso de diarreia nervosa. É aquele cocô que vem rasgando o cu no mais puro estresse, com cheirinho de tristeza e uma dor na barriga que te faz ter certeza que quem controla todo o corpo humano não é o coração ou o cérebro, é mesmo o cu. Não há quem consiga ficar indiferente à uma lástima anal. Eu tentei, mas falhei miseravelmente nessa tarefa.

Entrei no táxi me revirando numa dança ridícula enquanto orava para todos os deuses para que eu não me cagasse ali. O taxista ia ficar muito puto e eu não tinha tempo pra isso.

Cheguei na rodoviária e já fui correndo para o terminal 22. Meu ônibus já estava com o motor ligado. Fui a última a entrar, mas tive alguns segundos de alívio ao sentar na poltrona antes que minha barriga me lembrasse que eu tinha que parir o bebê de Rosemary pelo cu.

1195574060_fTentei segurar o máximo possível enquanto o ônibus saía da rodoviária e fazia o seu trajeto. Não queria ser a primeira a entrar no banheiro e infestá-lo o resto da viagem. Os outros passageiros não mereciam tamanho castigo. Mas uma hora eu não consegui mais segurar. Já estava suando frio e como um foguete corri para o meu tão desejado banheiro.

Para a minha sorte estava limpinho. Tranquei a porta (pelo menos foi o que eu achei), abaixei o encosto de bunda, dei uma limpadinha com um pedaço de papel e mandei ver.

Confesso que foi uma aventura tentar me equilibrar naquele cubículo que parece tão frágil enquanto respondia ao chamado da natureza com tantas curvas e sutileza zero do motorista.

Mal sabia eu que o grande desafio era mesmo na hora de me limpar. Sentada era impossível. Levantei-me e com uma mão segurando o puxador e a outra o papel higiênico descobri que o que as empresas de ônibus querem é foder seus passageiros.

As portas dos banheiros são traiçoeiras. Você dá um clique e acha que já estão fechadas, mas nããããããão, elas só trancam no segundo clique. E sabe como eu descobri isso?

O ônibus fez uma curva abrupta e eu fui jogada contra a porta que se abriu sem a menor cerimônia e eu fui arremessada, com as calças arriadas, para fora do banheiro.

Quase pincelei de merda a careca do senhor que erroneamente escolhera a cadeira ao lado do banheiro enquanto todo o ônibus olhava atônito para aquela cena deprimente que acontecia no fundo daquele semi-leito.

A bunda que um dia mamãe passara talquinho com tanto amor, agora era fuzilada por olhares de reprovação.

Eu não sabia se voltava para o banheiro, se levantava as calças ainda com a bunda toda cagada, se sentava no chão e chorava ou se me jogava pela janela. O tempo, em situações como essa, passa devagar quase parando. Nunca esquecerei aqueles olhares. Eram uma mistura de pânico, com desespero e um fundo de tragicomédia. Enquanto o meu, era apenas desespero mesmo. Nada mais.

Quando voltei para o banheiro, pude ouvir alguns murmúrios vindos do ônibus. Como enfrentar aquela situação? Como sair do banheiro e encarar os outros passageiros depois que os mesmos haviam me estuprado visualmente sem nem ao menos poder culpá-los pela minha total inabilidade com a vida e tudo que à rodeia?

Não podia passar o resto da viagem no banheiro. Sabia que uma hora teria que passar pelo constrangimento de encarar o meu momento pós vergonha. Sendo assim, decidi que enfrentaria a situação da melhor forma possível.

Calmamente lavei o rosto, passei uma base, um batom, arrumei o cabelo e saí do banheiro com o maior sorrisão do mundo. Não andei no corredor, eu desfilei numa passarela hipotética numa pífia tentativa de ignorar minha vergonha pessoal. Naquele momento eu era uma miss. Miss Merda.
:lol: :lol: :lol: :lol: :lol:
que vergonha do kct
já tive muita vergonha certa vez que fiz um ônibus de estudantes pararem quase de madrugada num posto. mas nem se compara
De jeito nenhum uso banheiro de onibus, aviao, nem uso o do escritório. Tá maluco. Povo é muito porco. O do escritório então, quando um cara da programação vai lá, é uma bomba de metano que inutiliza o banheiro até o dia seguinte. Não dá...
Você prefere ficar segurando, pra ir acumulando, dobrando, e na hora que você for :coco: sair aquelas barras de vergalhão trançado de 5 polegadas?
𝒞. 𝑅. 𝒱𝒜𝒮𝒞𝒪 𝒟𝒜 𝒢𝒜𝑀𝒜 -> 𝒞𝒪𝒩𝒬𝒰𝐼𝒮𝒯𝒪𝒰: 𝒮𝒰𝐿-𝒜𝑀𝐸𝑅𝐼𝒞𝒜𝒩𝒪 𝒟𝐸 𝒞𝐿𝒰𝐵𝐸𝒮 𝒞𝒜𝑀𝒫𝐸𝒪̃𝐸𝒮 𝒟𝐸 𝟣𝟫𝟦𝟪 (𝒫𝑅𝐸𝒞𝒰𝑅𝒮𝒪𝑅 𝒟𝒜 𝒯𝒜Ç𝒜 𝐿𝐼𝐵𝐸𝑅𝒯𝒜𝒟𝒪𝑅𝐸𝒮 𝒟𝒜 𝒜𝑀𝐸́𝑅𝐼𝒞𝒜 𝐸 𝒟𝒜 𝒰𝐸𝐹𝒜 𝒞𝐻𝒜𝑀𝒫𝐼𝒪𝒩𝒮 𝐿𝐸𝒜𝒢𝒰𝐸). | 𝒯𝒪𝑅𝒩𝐸𝐼𝒪 𝐼𝒩𝒯𝐸𝑅𝒩𝒜𝒞𝐼𝒪𝒩𝒜𝐿 𝒟𝐸 𝒫𝒜𝑅𝐼𝒮 𝒟𝐸 𝟣𝟫𝟧𝟩 (𝒫𝑅𝐸𝒞𝒰𝑅𝒮𝒪𝑅 𝒟𝒜 𝒞𝒪𝒫𝒜 𝐼𝒩𝒯𝐸𝑅𝒞𝒪𝒩𝒯𝐼𝒩𝐸𝒩𝒯𝒜𝐿 / 𝒯𝒪𝑅𝒩𝐸𝐼𝒪 𝑀𝒰𝒩𝒟𝐼𝒜𝐿 𝒟𝐸 𝒞𝐿𝒰𝐵𝐸𝒮). 𝒞𝒪𝒩𝐹𝐼𝑅𝒜 𝒜𝒬𝒰𝐼.

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Re: COMO CAGAR NA CASA DA NAMORADA

Mensagem por Victor Augusto » 07 Jan 2019, 12:07

gust_gyn escreveu:
06 Jan 2019, 23:19
Barbosa escreveu:
06 Jan 2019, 21:42
Ronan escreveu:
06 Jan 2019, 21:17


Funciona mesmo kkkkkk
Sim, mas quem anda com uma caixa de fósforos no bolso?
Ele
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Re: COMO CAGAR NA CASA DA NAMORADA

Mensagem por GilsonVGPR » 07 Jan 2019, 12:19

PetteVasco escreveu:
20 Jan 2016, 09:31
porra tão revivendo uns tópicos de 10 anos atrás...
Pra ajudar a passar o tempo, enquanto o carioca não começa.
𝒞. 𝑅. 𝒱𝒜𝒮𝒞𝒪 𝒟𝒜 𝒢𝒜𝑀𝒜 -> 𝒞𝒪𝒩𝒬𝒰𝐼𝒮𝒯𝒪𝒰: 𝒮𝒰𝐿-𝒜𝑀𝐸𝑅𝐼𝒞𝒜𝒩𝒪 𝒟𝐸 𝒞𝐿𝒰𝐵𝐸𝒮 𝒞𝒜𝑀𝒫𝐸𝒪̃𝐸𝒮 𝒟𝐸 𝟣𝟫𝟦𝟪 (𝒫𝑅𝐸𝒞𝒰𝑅𝒮𝒪𝑅 𝒟𝒜 𝒯𝒜Ç𝒜 𝐿𝐼𝐵𝐸𝑅𝒯𝒜𝒟𝒪𝑅𝐸𝒮 𝒟𝒜 𝒜𝑀𝐸́𝑅𝐼𝒞𝒜 𝐸 𝒟𝒜 𝒰𝐸𝐹𝒜 𝒞𝐻𝒜𝑀𝒫𝐼𝒪𝒩𝒮 𝐿𝐸𝒜𝒢𝒰𝐸). | 𝒯𝒪𝑅𝒩𝐸𝐼𝒪 𝐼𝒩𝒯𝐸𝑅𝒩𝒜𝒞𝐼𝒪𝒩𝒜𝐿 𝒟𝐸 𝒫𝒜𝑅𝐼𝒮 𝒟𝐸 𝟣𝟫𝟧𝟩 (𝒫𝑅𝐸𝒞𝒰𝑅𝒮𝒪𝑅 𝒟𝒜 𝒞𝒪𝒫𝒜 𝐼𝒩𝒯𝐸𝑅𝒞𝒪𝒩𝒯𝐼𝒩𝐸𝒩𝒯𝒜𝐿 / 𝒯𝒪𝑅𝒩𝐸𝐼𝒪 𝑀𝒰𝒩𝒟𝐼𝒜𝐿 𝒟𝐸 𝒞𝐿𝒰𝐵𝐸𝒮). 𝒞𝒪𝒩𝐹𝐼𝑅𝒜 𝒜𝒬𝒰𝐼.

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Re: COMO CAGAR NA CASA DA NAMORADA

Mensagem por ThermiteR6 » 07 Jan 2019, 12:46

Falhei miseravelmente no tópico 5
Era a primeira vez que eu iria conhecer os pais da cheirosa, com aquele sorrisão pra toda piada ruim do sogro
No almoço, veio a porra da feijoada, e sabendo que meu estômago é um viadinho, não tive o que fazer. Ou comia ou faria uma puta desfeita.
Não deu outra, falei que ia mijar e fui largar o aço numa pressa que não me fez olhar a falta de papel.
Lavei o cu na pia, era merda com cutelho descendo pelo ralo
Tenho certeza que ficou um pouco de badalhoca, e nem sei mais, logo depois terminamos e isso faz uns 8 anos
Honra e Liberdade. :police:

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Re: COMO CAGAR NA CASA DA NAMORADA

Mensagem por Ronan » 07 Jan 2019, 18:51

Barbosa escreveu:
06 Jan 2019, 21:42
Ronan escreveu:
06 Jan 2019, 21:17
leokta escreveu:
19 Jan 2016, 23:16
Dica importante:

Quem nunca experimentou pode experimentar que dá certo!

Após fazer o número 2 ascenda um palito de fósforo que o fedor sai na hora kkkkkk.
Funciona mesmo kkkkkk
Sim, mas quem anda com uma caixa de fósforos no bolso?
Tem que arrumar um jeito pô kkkkk
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Re: COMO CAGAR NA CASA DA NAMORADA

Mensagem por Ted Mosby » 07 Jan 2019, 20:54

GilsonVGPR escreveu:
07 Jan 2019, 11:54
Ted Mosby escreveu:
07 Jan 2019, 00:36
Viniiicius escreveu:
06 Jan 2019, 21:09


:lol: :lol: :lol: :lol: :lol:
que vergonha do kct
já tive muita vergonha certa vez que fiz um ônibus de estudantes pararem quase de madrugada num posto. mas nem se compara
De jeito nenhum uso banheiro de onibus, aviao, nem uso o do escritório. Tá maluco. Povo é muito porco. O do escritório então, quando um cara da programação vai lá, é uma bomba de metano que inutiliza o banheiro até o dia seguinte. Não dá...
Você prefere ficar segurando, pra ir acumulando, dobrando, e na hora que você for :coco: sair aquelas barras de vergalhão trançado de 5 polegadas?
Entra no banheiro lá do escritório depois do programador gorducho cagar. Eu quero ver vc n morrer asfixiado hahahahaha
"If you are not scared, then you are not taking a chance. If you are not taking a chance, then what the hell are you doing?" (MOSBY, Ted.)

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