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Casal Bretas tem R$ 6,4 milhões em imóveis e recebe auxílio-moradia do povo brasileiro

Mensagem por Rsilva » 13 Abr 2018, 21:37

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Os juízes federais Marcelo Bretas e Simone Bretas recebem, cada um R$ 4.378 de auxílio-moradia, apesar de serem casados, de morarem juntos, de ganharem, ele R$ 43.459,85 por mês, e ela R$ 44.104,85, e de possuírem patrimônio imobiliário de R$ 6,4 milhões.

Sobre o patrimônio imobiliário construído pelo casal, a revista piauí informa que, além do imóvel superior a R$ 6 milhões, eles têm três apartamentos residenciais na Zona Sul carioca. Entre eles, um de 430 metros quadrados no bairro do Flamengo, com quatro suítes, vista para o Pão de Açúcar e para a baía de Guanabara, cuja taxa de condomínio é o equivalente ao valor de um auxílio-moradia.

Outros casais de juízes que fizeram o pedido de auxílio-moradia não foram atendidos e, como consequência, o ministro do Supremo Tribunal Federal, Gilmar Mendes, quer saber porque o casal Bretas foi privilegiado.

Leia a íntegra da reportagem: http://piaui.folha.uol.com.br/incomum-d ... udiciaria/

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DENUNCIADO DUAS VEZES, TEMER DISCURSA CONTRA A CORRUPÇÃO EM LIMA

Mensagem por Rsilva » 16 Abr 2018, 12:42

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Ao discursar neste sábado (14) na 8ª Cúpula das Américas, realizada em Lima, no Peru, Michel Temer destacou a importância do tema escolhido para o encontro deste ano - o combate à corrupção - e ressaltou que "não se pode tolerar a corrupção"; nada mais contraditório, vindo de um chefe de Estado que, pela primeira vez na história do Brasil, é alvo de duas denúncias por corrupção no exercício do mandato e já teve pedido a quebra de seus sigilos.

Ao discursar neste sábado (14) na 8ª Cúpula das Américas, realizada em Lima, no Peru, o presidente Michel Temer destacou a importância do tema escolhido para o encontro deste ano: o combate à corrupção. O presidente ressaltou que "não se pode tolerar a corrupção" e que o combate aos desvios de conduta e da função pública é "imperativo da democracia".
É na democracia que temos transparência. Uma imprensa livre e uma opinião pública vigilante capazes de fiscalizar sem trégua, como deve ser, as ações do poder público. É na democracia, afinal, que temos estado democrático de direito.
, disse.

Ao defender os princípios da democracia, Temer citou o caso da Venezuela, que enfrenta uma crise política e econômica. O presidente brasileiro voltou a defender o espírtio de cooperação entre os países vizinhos e disse que "não há espaço em nossa região para alternativas à democracia"

Temer também prestou solidariedade ao Equador, pelo assassinato de jornalistas equatorianos sequestrados enquanto faziam uma reportagem sobre a insegurança no país. Ele classificou o episódio como "mais um inaceitável ato de violência".
Condenamos, nos mais fortes termos, esse atentado contra a vida, contra a liberdade de expressão. Nossa mais sentida solidariedade às familias das vítimas, ao povo equatoriano e ao presidente Lenin Moreno.
, disse Temer.


Temer é denunciado por corrupção e se torna primeiro presidente a responder por crime durante mandato
https://brasil.elpais.com/brasil/2017/0 ... 80890.html

Rodrigo Janot apresenta segunda denúncia contra Temer
https://brasil.elpais.com/brasil/2017/0 ... 14172.html

Como Michel Temer operava no Porto de Santos, segundo ele mesmo e sindicalistas.
https://www.diariodocentrodomundo.com.b ... elo-auler/

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Deputado federal apresenta projeto de lei que obriga árbitro a revelar time para o qual torce

Mensagem por Rsilva » 17 Abr 2018, 15:10

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O deputado federal Capitão Augusto (PR-SP) apresentou, na terça-feira (10/04), na primeira sessão da Câmara dos Deputados após a polêmica final do Campeonato Paulista, um Projeto de Lei que altera o Estatuto do Torcedor. Ele quer obrigar os árbitros de futebol a declarar os times que torcem.

A proposta inclui dois novos parágrafos ao artigo 30 do Estatuto, que afirma que "é direito do torcedor que a arbitragem das competições desportivas seja independente, imparcial, previamente remunerada e isenta de pressões".

Hoje, o texto conta apenas com o seguinte item: "A remuneração do árbitro e de seus auxiliares será de responsabilidade da entidade de administração do desporto ou da liga organizadora do evento esportivo".

Capitão Augusto, contudo, quer modificar o texto com o acréscimo de parágrafos, que vetam árbitros naturais ou residentes no estado dos times em ação em determinada partida; e os obriga a declarar, por escrito, seus clubes do coração.
É vedada a utilização de árbitro e de auxiliares que sejam naturais ou residam no Estado da Federação no qual qualquer dos times que for competir a partida tenha sua sede.
, propõe o deputado.
É obrigatória a declaração, por escrito, do árbitro e do auxiliar informando o time do qual são torcedores, sendo vedada sua participação nos jogos de seu time de preferência, sob pena de nulidade da partida.
, completa.

Capitão Augusto justifica sua proposta da seguinte forma:
É comum que haja uma vinculação pessoal do árbitro ou do auxiliar com algum time do Estado em que nasceu ou do local em que reside. Sendo assim, para que não se corra o risco de que eventual preferência acabe por influenciar na imparcialidade do trabalho do árbitro ou do auxiliar, é recomendável que o profissional não participe de competições que envolvam times de seu Estado de nascimento ou do Estado em que reside.

De igual modo, é recomendável que se estabeleça que o árbitro e o auxiliar já deixem declarado por escrito qual o time de que são torcedores, de forma que essa informação norteie a seleção de quem poderá participar da partida isento de influência das preferências pessoais.
, completa.

O projeto foi apresentado na última terça e encaminhado na quinta para as comissões de Esporte e Constituição e Justiça e de Cidadania do Congresso, onde depende de aprovação para ser votado em plenário.

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Re: NOTÍCIAS BIZARRAS!!!

Mensagem por Trust_No_1 » 17 Abr 2018, 15:40

Certeza que a honestidade dos nossos árbitros será igual tanto nesta declaração quanto nas suas atuações.

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Amazon submete funcionários a condições absurdas de trabalho, acusa jornalista

Mensagem por Rsilva » 18 Abr 2018, 11:31

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Armazéns da Amazon submetem seus funcionários a várias irregularidades, de acordo com James Bloodworth, que atuou como empregado da companhia. Na verdade, sua profissão é de jornalista, e ele detalhou vários casos em seu livro chamado "Hired: Six Months Undercover in Low-Wage Britain" (ou Contratado: Seis Meses Disfarçado na Grã-Bretanha de Baixa Renda).

https://www.amazon.co.uk/Hired-Months-U ... 1786490145

Como você já deve ter deduzido pelo nome do livro, Bloodworth se infiltrou no local fingindo ser um funcionário, e conviveu com os empregados da Amazon. Seu livro relata condições absurdas de trabalho no armazém, tais como funcionários serem obrigados a urinar em garrafas ou abrir mão de suas férias, tudo para cumprir às metas de suas funções.

Encarregados de separar as mercadorias que seriam enviadas adiavam ao máximo suas idas ao banheiro, que é consideravelmente longe do local de trabalho. O receio era de serem acusados de ociosidade por ir ao banheiro e acabar perdendo o emprego.

De acordo com o jornal The Sun, o jornalista descreve o armazém da Amazon como algo semelhante a uma prisão, com câmeras que identificam o uso de coisas proibidas como bonés e óculos, e funcionários sendo obrigados a passar por revistas para garantir que eles não estão roubando produtos.

https://www.thesun.co.uk/news/6055021/r ... e-wasting/

De acordo com uma pesquisa da Organise, ONG de direitos trabalhistas, 55% dos funcionários da divisão britânica da Amazon desenvolveu depressão desde que começou a trabalhar no mesmo armazém.

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Aparentemente, a Amazon não permite que os funcionários tenham tempo suficiente para descanso nas pausas, muito menos quando estão doentes, já que mesmo apresentando atestado médico a companhia adverte aqueles que faltam ao serviço. Isso também inclui pessoas que possam estar grávidas.
Do ponto de vista deles, não temos o direito de ficar doentes.
, escreveu um funcionário à Organise.

Em uma declaração ao The Verge, a Amazon nega as acusações.
A Amazon oferece um espaço de trabalho seguro e positivo para milhares de pessoas do Reino Unido, com salários competitivos e benefícios desde o primeiro dia. Não temos a confirmação de que as pessoas que participaram da pesquisa trabalharam na Amazon e não reconhecemos essas alegações como um retrato preciso das atividades em nossos prédios.
https://www.theverge.com/2018/4/16/1724 ... oom-breaks

Essa não é a primeira vez que funcionários da empresa reclamam de condições inadequadas. Durante a Black Friday do ano passado, cerca de dois mil funcionários da Amazon na Itália entraram em greve para reivindicar melhores condições de trabalho e salários.

https://br.reuters.com/article/business ... N1KI-OBRBS

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Assassinatos no campo batem novo recorde e alcançam maior número desde 2003, diz estudo da CPT

Mensagem por Rsilva » 18 Abr 2018, 15:10

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Estado do Pará lidera o ranking de 2017 com 21 pessoas assassinadas, sendo dez no Massacre de Pau D’Arco.

Os assassinatos decorrentes de conflitos no campo no transcurso de 2017 bateram recorde e atingiram o maior número desde 2003, com 70 mortes. Um aumento de 15% em relação ao que foi registrado em 2016. Quatro dessas mortes foram consequência de massacres nos estados da Bahia, Mato Grosso, Pará e Rondônia. Os dados foram divulgados pela Comissão Pastoral da Terra (CPT) nesta segunda-feira (16).

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O número pode ser ainda maior caso se confirme a suspeita do massacre de índios isolados por garimpeiros no Vale do Javari (AM), perto da fronteira com o Peru. Denúncias dão conta de que mais de dez vítimas decorreram do confronto. No entanto, diante da falta de consenso entre o Ministério Público Federal (MPF) no Amazonas e a Fundação Nacional do Índio (Funai), a CPT não inseriu os casos no relatório divulgado.

Leia mais sobre o estudo: https://www.cptnacional.org.br/publicac ... desde-2003

O estado do Pará lidera o ranking de 2017 com 21 pessoas assassinadas, sendo dez no Massacre de Pau D’Arco, seguido pelo estado de Rondônia, com 17, e pela Bahia, com dez assassinatos. Dos 70 assassinatos em 2017, 28 foram fruto de massacres, o que corresponde a 40% do total.

https://www.business-humanrights.org/pt ... 3%BAblicos

A CPT lançou uma página especial na internet sobre os massacres no campo registrados entre 1985 a 2017. Nesse período foram 46 confrontos com 220 vítimas. O estado do Pará também lidera esse ranking, com 26 massacres ao longo desses 32 anos, em ocorrências que vitimaram 125 pessoas.

http://static.congressoemfoco.uol.com.b ... /dados.pdf

Os assassinatos de trabalhadores e trabalhadoras rurais sem-terra, de indígenas, quilombolas, posseiros, pescadores, assentados, entre outros, tiveram um crescimento brusco a partir de 2015.

Impunidade

Desde que a CPT começou a fazer os registros, em 1985, foram 1.438 casos de conflitos no campo em que ocorreram assassinatos, com 1.904 vítimas. Desse total de casos, apenas 113 foram julgados, o que corresponde a 8% dos casos. Apenas 31 mandantes dos assassinatos e 94 executores foram condenados.

Nesses 32 anos, a região Norte contabiliza 658 casos com 970 vítimas. O Pará é o estado que lidera na região e no resto do país, com 466 casos e 702 vítimas. Maranhão vem em segundo lugar com 168 vítimas em 157 casos. E o estado de Rondônia em terceiro, com 147 pessoas assassinadas em 102 casos.


MPF apura massacre de índios por garimpeiros no Amazonas; demarcações evitariam mortes, diz Cimi
http://congressoemfoco.uol.com.br/notic ... -diz-cimi/

Ataque a grupo de índios deixa vítimas com mãos decepadas no Maranhão
http://congressoemfoco.uol.com.br/notic ... -maranhao/

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Criminalidade aumenta no Rio de Janeiro mesmo com intervenção federal

Mensagem por Rsilva » 19 Abr 2018, 10:59

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intervenção federal na segurança pública do Rio de Janeiro não inibiu os índices de criminalidade. Os roubos de veículos, cargas, a pedestres, em ônibus e de celulares registraram seus piores índices da série histórica em março, primeiro mês completo do socorro dos militares. As informações são do jornal O Globo.

https://oglobo.globo.com/rio/nao-vai-se ... 20%20stest

De acordo com dados do Instituto de Segurança Pública (ISP), foi registrado, por exemplo, um aumento de 7,1% nos roubos de veículos, que saltaram de 5.002, no mesmo mês do ano passado, para 5.358, resultando no pior março da série histórica, iniciada em 1991. É como se um automóvel fosse levado por assaltantes a cada oito minutos no estado.

Houve recordes negativos em crimes como roubos de cargas, a pedestres, em ônibus e de celulares. Segundo a reportagem, a comparação com março do ano passado foi prejudicada por causa de uma greve da Polícia Civil, que causou subnotificação.

O antropólogo Paulo Storani, ex-comandante do Batalhão de Operações Especiais (Bope) da PM, diz que a intervenção não adotou uma medida essencial para combater os crimes de rua: o policiamento ostensivo no ambiente urbano. Segundo ele, há um déficit estimado de 15 mil homens na Polícia Militar fluminense.
Naturalmente, esses crimes relacionados à vida urbana não param de crescer. E não adianta o Exército mobilizar suas estruturas, porque a experiência dos militares não é a mesma da PM, voltada para a atividade de rua.
, afirmou Storani ao Globo.

O balanço divulgado pelo ISP também aponta para uma queda nos principais índices de atividade policial. De acordo com o estudo do instituto, as apreensões de armas caíram de 769, em março de 2017, para 680, no mês passado (redução de 11,6%).

As apreensões de adolescentes infratores despencaram 24%. O total de apreensões de drogas apresentou ligeiro aumento (2,2%), saltando de 1.706 para 1.744. O número de veículos roubados recuperados pelas forças de segurança cresceu: foram 3.450 em março de 2018, 17,7% mais do que os 2.932 no terceiro mês do ano passado.

Os homicídios dolosos permaneceram estáveis, subindo de 498 para 503. Os autos de resistência, por outro lado, caíram 11,4% (foram 123, em março de 2017, contra 109 no balanço mais recente). O gabinete da intervenção e a Secretaria de Segurança não quiseram comentar os números.

O governador Luiz Fernando Pezão afirmou que o aumento da criminalidade mesmo com a intervenção era esperado.
Não vai ser num passe de mágica. A gente vinha em um momento muito difícil no estado, com falta de investimentos, de recursos, mas eu tenho certeza de que a gente vai melhorar estes números mês a mês. Já era um pouco esperado, mesmo com todo o planejamento que iria acontecer, nesse momento de transição. Isto foi conversado e as Forças Armadas estão se planejando para reverter este quadro.
, disse ao Globo.


Governo terá dificuldade para enviar R$ 3 bilhões pedidos para intervenção no Rio, avisa Maia
http://congressoemfoco.uol.com.br/notic ... visa-maia/

Para ser eficiente na segurança pública, é preciso fugir do populismo penal
http://congressoemfoco.uol.com.br/notic ... smo-penal/

A “Intervenção Federal” que o Rio precisa: mais emprego, transporte, saúde e educação
https://www.ocafezinho.com/2018/02/16/i ... -educacao/

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DADOS OCULTOS DO FACEBOOK PODEM SER COLETADOS SEM QUE O USUÁRIO SAIBA

Mensagem por Rsilva » 23 Abr 2018, 18:28

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Isso inclui o rastreamento de visitantes para sites com um botão ‘curtir’ ou ‘compartilhar’ do Facebook - e páginas nas quais ele observa as pessoas, mesmo que não haja nenhum sinal óbvio de que a rede social esteja presente.

Os dados pessoais de dezenas de milhões de usuários do Facebook caíram nas mãos erradas e preocupam os políticos, mas o principal órgão regulador da concorrência na Alemanha está questionando o grande volume de informações que a rede social colhe.

Andreas Mundt, presidente do Federal Cartel Office, aguarda a resposta do Facebook às constatações do órgão, publicadas em dezembro, de que a empresa abusa de seu domínio no mercado ao reunir dados sobre pessoas sem o devido consentimento.

Isso inclui o rastreamento de visitantes para sites com um botão ‘curtir’ ou ‘compartilhar’ do Facebook - e páginas nas quais ele observa as pessoas, mesmo que não haja nenhum sinal óbvio de que a rede social esteja presente.

A investigação de Mundt ganhou nova relevância desde as revelações de que os dados de 87 milhões de usuários do Facebook, reunidos por meio de um questionário de personalidade online, foram passados ​​à Cambridge Analytica, uma consultoria que assessorou a campanha presidencial de Donald Trump.

https://brasil.elpais.com/brasil/2018/0 ... 55101.html
Para o Facebook coletar dados quando eu, como usuário, estou no Facebook, isso está claro. O usuário sabe e já deve esperar isso.
, disse Mundt à Reuters em uma entrevista.
O que é problemático é a coleta de dados em lugares e momentos em que o usuário não pode realmente esperar que os dados sejam coletados pelo Facebook.
https://www.reuters.com/article/us-face ... SKBN1HU108

O presidente-executivo do Facebook, Mark Zuckerberg, em depoimento perante o Congresso dos EUA, disse que a rede social rastreava as pessoas conectadas ou não à rede social - algo que a empresa disse ser “fundamental sobre como funciona a internet”.

O Facebook rastreia cerca de 28,6 por cento do tráfego da web em 59,5 por cento dos sites da Internet, o que torna a empresa a quinta mais predominante do mundo atrás de várias propriedades do Google, de acordo com o WhoTracks.me.

https://twitter.com/Ghostery/status/984828062020882432

NÃO POPULAR, MAS DOMINANTE

O caso de Mundt se baseia em sua análise de que o Facebook tem uma participação de mercado de mídia social na Alemanha de mais de 90 por cento - a empresa vê o Google+ como seu único concorrente direto - tornando-se dominante em termos antitruste e não apenas popular, como o Facebook argumenta.
Se o Facebook tem uma posição dominante no mercado, o consentimento que o usuário dá para que seus dados sejam usados ​​não é mais voluntário.
, disse Mundt, 57 anos, jurista que dirige o escritório desde 2013.
Isso porque ele não tem alternativa - ele precisa usar o Facebook se quiser usar uma rede social.
O Facebook, que tem mais de 2 bilhões de usuários em todo o mundo, descreve a visão de Mundt como “imprecisa”, mas disse que cooperará com a investigação, que não resultaria em multas, mas poderia levar à proibição de algumas práticas.

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Segundo pesquisa homofobia é indício de atração pelo mesmo sexo

Mensagem por Rsilva » 24 Abr 2018, 14:16

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Estudo feito em parceria pelas universidades de Rochester e da Califórnia, nos EUA, e de Essex, na Inglaterra, demonstraram que pessoas homofóbicas, de fato, têm atração pelo mesmo sexo; segundo a pesquisa, essas pessoas crescem em ambientes familiares repressores e se privam de seus desejos internos; para evitar o estigma, elas suprimem a atração que sentem pelo mesmo sexo e se tornam preconceituosas, como forma de se defender; o estudo foi publicado na edição mais recente do periódico Journal of Personality and Social Psychology.

Estudo feito em parceria pelas universidades de Rochester e da Califórnia, nos EUA, e de Essex, na Inglaterra, demonstraram que pessoas homofóbicas, de fato, têm atração pelo mesmo sexo. Segundo a pesquisa, essas pessoas crescem em ambientes familiares repressores e se privam de seus desejos internos. Para evitar o estigma, elas suprimem a atração que sentem pelo mesmo sexo e se tornam preconceituosas, como forma de se defender. O estudo foi publicado na edição mais recente do periódico Journal of Personality and Social Psychology. A conclusão veio a partir de quatro experimentos que testaram, de acordo com o tempo de resposta, a relação entre o apoio à autonomia dado pelos pais e a diferença entre a sexualidade declarada e a implícita.
Cada teste foi feito com cerca de 160 universitários. Nos dois primeiros, eles tiveram que classificar palavras e imagens como “gays” ou “heterossexuais” e, depois, procurar fotos de pessoas de gêneros diferentes. Isso foi feito para que os pesquisadores pudessem analisar a orientação sexual implícita de cada um.

Os experimentos seguintes tiveram foco direcionado à situação familiar, valores, opiniões, crenças e preconceitos presentes na criação dos pesquisados. Após os testes, foi percebido que houve uma maior discrepância entre a orientação sexual implícita e explícita nos participantes cuja família (principalmente a figura paterna) era homofóbica e não dava apoio à autonomia do filho.
Leia mais aqui: https://exame.abril.com.br/estilo-de-vi ... -pesquisa/



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Levantamento aponta recorde de mortes por homofobia no Brasil em 2017

http://agenciabrasil.ebc.com.br/direito ... -brasil-em

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Eletrobras pagou quase R$ 2 milhões para que falassem mal da própria empresa

Mensagem por Rsilva » 25 Abr 2018, 15:15

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Em busca de uma mobilização da opinião pública e formação de ambiente favorável para sua privatização, a Eletrobras traçou como estratégia a divulgação de um cenário de mazelas e problemas da estatal, revela a Agência Sportlight de Jornalismo Investigativo.

Esse movimento, segundo a apuração do repórter Lúcio de Castro, começou em 20 de setembro de 2017, quando a empresa assinou, sem licitação, contrato com a RP Brasil Comunicações, do grupo FSB Comunicação, a maior assessoria de imprensa do país.

http://agenciasportlight.com.br/index.p ... a-empresa/

De acordo com a reportagem “Atual gestão da Eletrobras pagou quase R$ 2 milhões para que falassem mal da própria empresa”, a agência acionou os chamados formadores de opinião, comentaristas econômicos, colunistas e repórteres em geral para mostrar um cenário que tornasse urgente a privatização, acelerada pela pressa do governo federal em concretizar o negócio.

A polêmica se dá em torno do objeto do contrato ECE-DJS 1252/2017, obtido pela reportagem via Lei de Acesso à Informação (LAI): “assessorar a Eletrobras na comunicação relativa ao projeto de acionista majoritário de desestatização da empresa”.

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Em resposta à Sportlight, a FSB nega esse viés e afirma que no contrato está ressaltada a necessidade de se “preservar a imagem positiva da empresa”, embora reconheça que a divulgação “não omite dados negativos como prejuízos financeiros ou dívida bruta superior a R$ 45 bilhões”.

Pelo plano desenhado no contrato, sustenta a reportagem, foi feita uma “análise do cenário”, passando em seguida para o chamado “mapeamento dos stakeholders”, ou seja, definição de quem é o público estratégico alvo das mensagens a serem enviadas. Em seguida, veio a “mobilização dos influenciadores”, item discriminado com custo de R$ 170 mil dentro do R$ 1,8 milhão do projeto total.

Além da execução de uma pesquisa de opinião pública ao custo de R$ 120 mil, o contrato entre Eletrobras e FSB prevê que os pagamentos entre contratante e contratada são feitos quando da “entrega dos relatórios mensais elaborados pela contratada correspondentes à consolidação dos resultados alcançados”. Sportlight solicitou esses relatórios por meio de novo pedido de Lei de Acesso à Informação, mas, embora o contrato em si tenha sido disponibilizado também via LAI, ainda que em recurso de última instância, o acesso aos relatórios foi negado.

Licitação sob sigilo

A Eletrobras também negou acesso a informações sobre o suposto processo de licitação para o contrato, solicitando o nome dos participantes da disputa, as propostas, os documentos do processo e o resultado final. O pedido foi negado em primeira e segunda instância.
Na negativa, a Eletrobras justifica o segredo quanto ao processo de licitação do que chama de ‘democratização do capital social’ afirmando que ‘trata-se de informação estratégica da Eletrobras, posto que os documentos solicitados estão diretamente ligados à atuação da empresa no mercado concorrencial’. E segue: ‘Isso porque as informações relativas ao contrato RP Brasil Comunicações (FSB Comunicação) são pilares fundamentais do processo de democratização do capital social da Eletrobras’.
Segundo a estatal, a divulgação de informações acerca do contrato com a FSB “é tão sensível que pode trazer prejuízos ao denominado processo de democratização”.

Com base em apurações próprias, a reportagem reconstitui o processo de licitação, por meio de tomada de preços, modelo em que vence aquele que apresenta o menor custo financeiro. Na disputa, aparecem outras duas empresas que também estão entre as principais “donas” de contas do governo federal, a Companhia de Notícias (CDN) e a Informe Comunicação.

De acordo com a reportagem, a menor proposta foi apresentada pela Informe. Em segundo lugar, ficou a FSB. Mas aí, prossegue, houve uma reviravolta no caso.
No entanto, após o resultado da ‘tomada de preços’ das empresas chamadas para uma licitação, a regra do jogo mudou: a Eletrobras resolveu escolher a vencedora pela modalidade de ‘inexigibilidade’, onde se dispensa uma concorrência e se promove uma contratação direta. A lei concede o direito ao contratante de escolha do fornecedor caso existam razões que justifiquem a dispensa de licitação.
, escreve Lúcio de Castro.

A Eletrobras alegou que “em face da sua complexidade e singularidade, bem como confidencialidade, por envolver informações estratégicas da empresa, somente poderia se dar através de inexigibilidade de licitação, o que impossibilita o estabelecimento de critérios objetivos, requerendo empresa de notória especialização em estratégia de comunicação”.

Em 17 de outubro de 2017, quase um mês após a assinatura do contrato entre FSB e Eletrobras, a empresa publicou no Diário Oficial da União o resultado, anunciando a contratação por “inexigibilidade de licitação”.

Conforme apuração da Sportlight, a mudança no critério de escolha coincide com o início da gestão de Wilson Pinto Ferreira Junior na presidência da estatal, alçado ao cargo pelo presidente Michel Temer com o objetivo de conduzir o processo de privatização.

Em sua propaganda, o governo alardeia que deve alcançar R$ 12,2 bilhões na privatização, sempre tratada como “democratização do capital”. No entanto, de acordo com o próprio Ministério de Minas e Energia, o valor patrimonial da estatal é de R$ 46,2 bilhões e o total de ativos da empresa chega a R$ 170,5 bilhões. Além de R$ 541 bilhões investidos desde a criação, em 1962.

Batalha da comunicação

Para aprovar a privatização da Eletrobras, o governo enviou medidas provisórias e projeto de lei para o Congresso. Segundo a Sportlight, para tentar ganhar a batalha de informação, a estatal lançou a campanha de comunicação do “projeto de acionista majoritário de desestatização da empresa”, que está no contrato com a FSB.
Nos jornais, é possível ver, de acordo com o levantamento da Agência Sportlight de Jornalismo Investigativo, a difusão maior e aumento no tom das notícias negativas quanto a gestão e resultados da Eletrobras após a assinatura do contrato com a FSB.
, diz a reportagem.

A FSB Comunicação, de Francisco Soares Brandão, é a maior agência de comunicação do Brasil. Em 2015, a empresa contava mais de 700 funcionários e 200 clientes, entre os quais meia dúzia de ministérios, estatais como a Petrobras, os governos estadual e municipal do Rio, além de algumas outras prefeituras, como a de Campinas, e dezenas de grandes empresas do setor privado. Segundo reportagem publicada pela revista Piauí em 2015, a agência faturou R$ 200 milhões em 2014. Mais da metade vindo do setor público.

Procurada pela Sportlight, a FBS não quis se manifestar sobre o contrato com a Eletrobras: “A FSB não se pronuncia sobre contratos em vigor com seus clientes”.

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